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29.12.15

Especial Aniversário: As várias imagens do These Moon Reads

O blog faz 2 anos!!!!! Nem acredito que já se passaram 2 anos e eu continuo por aqui e com intenções de continuar. Eu criei este blog alguns meses depois de entrar para a faculdade e foi mais como algo só para mim, para poder fazer as listas todas que quisesse, falar dos livros que queria ler, dos que li, da minha opinião sobre eles, etc. Já tive vários blogs antes deste mas nunca duraram mais que 1 ano. Apesar de já terem passado 2 anos, continuo super entusiasmada por publicar aqui no blog e por vos trazer sempre coisas novas.

Ao longo deste dois anos fui mudando várias coisas no blog. Uma delas foi a imagem. Assim, para marcar a passagem de dois anos, decidi mostrar-vos quantos cabeçalhos já tive no blog e o que acho sobre eles hoje em dia.

A verdade é que eu sou tudo menos especialista em design. Tenho algum interesse em saber o que fica melhor numa página, mas muito pouca paciência para ser sincera. Contudo, acho que houve uma grande evolução na imagem aqui no blog por isso estou curiosa para ver isso mesmo.

Este foi o primeiro header aqui do blog e tudo o que me lembro é de a ter feito um pouco à pressa. É muito simples, foi feita no paint (no shame! o paint consegue ser um programa bastante bom para quem não tem paciência como eu) e a única parte mais artista é mesmo a palavra MOON. Esta imagem ainda ficou no blog durante uns bons meses.
O segundo header do blog foi algo muito simples, quando em comparação ao primeiro. Lembro-me de ter adorado este porque era muito simples e fazia o blog mais limpo. Hoje em dia continuo a gostar da letra mas acho-a simples de mais. Este foi talvez o header mais fácil de fazer e não ficou muito tempo pelo blog.
Ainda hoje não sei se gosto muito deste header ou não. Foi o terceiro aqui no blog e se repararem bem, mantive a mesma letra e só adicionei elementos aqui e ali. Gosto da ideia mas acho que ficou muito cheio e não se percebe bem o título do blog. Adoro as luas e o slogan (que é bastante verdade). Acho que este foi o header que ficou menos tempo no blog.
Este foi o último que tive antes do actual. De todos (excepto o que tenho agora) este é o meu preferido. Lembro-me que ainda passei algumas horas a pensar como queria fazê-lo, a mudar de ideias e a construir várias vezes várias imagens, mas gostei muito do resultado final. É simples mas não deixa de ser bonito e de ter um elemento ilustrativo. Acho que representa bem o blog e as cores dele na altura.
Este é o mais recente e eu adoro-o imenso! Tive esta ideia depois de pesquisar um pouco no Pinterest (para sempre o melhor sitio para nos inspirar) e achei que ia ter muito mais dificuldade a fazê-lo. Tudo o que fiz foi arranjar a imagens para o fundo e a da lua, juntar o título e já está! Fiz tudo neste site que recomendo imenso se quiserem fazer gráficos bonitos para o blog de forma muito fácil. Com este header mudei também o tema de cores e acho que o blog ficou muito mais alegre e bonito.

E pronto, foram estas todas as imagens do blog em dois anos. Eu sou uma pessoa muito perfeccionista por isso estou constantemente a querer mudar qualquer coisa no blog, especialmente o cabeçalho. Gostei imenso de fazer este post e acho que é interessante para as pessoas que me seguem há mais tempo verem um pouco do blog que o These Moon Reads foi no início.

Quero só agradecer a todas as pessoas que me seguem e gostam de ler os meus posts. Significa muito para mim ter sempre o vosso comentário e, mesmo que não comentem, só a vossa visita já é importante. Obrigada :)

Agora uma curiosidade: Quantos destes headers se lembram? E qual é o vosso preferido?

13.4.15

Let's Talk: A pressa de acabar

Sempre que leio um livro dou por mim a pensar "Já estou a ler isto há tanto tempo! Tenho de terminar este livro para conseguir ler mais uns quantos este mês". Antes de ter criado o blog e de começar a registar todos os meses aquilo que leio, isto não acontecia. Agora existe esta pressão constante. Pressão essa que é colocada por mim própria e que, por vezes, não me deixa aproveitar os livros totalmente, sempre com esta vontade de os terminar.

Esta necessidade de querer ler mais livros não é de agora, mas desde que criei o blog, que tenho sentido cada vez mais esta pressão e não quero. Esta vontade de aumentar o número de livros lidos no final do mês tem feito com que livros que quero ler muito mas que têm mais páginas que as normais 350/400 sejam deixados para trás.


Eu não sou uma leitora rápida e antigamente não me importava muito com isso. Lia ao meu ritmo e quando terminava um livro, começava a ler outro sem nunca pensar no número de livros que estava a ler e a média de dias que estava a demorar em cada um. Desde há uns tempos, tenho sentido esta quase-que-obsessão de ler mais e mais rápido, optando sempre por livros mais curtos, que não requeiram tanto tempo.

Claro que adoraria ler muitos mais livros por mês, especialmente por haver tantos que quero ler e sentir que nunca mais chega a sua vez de serem lidos, mas sinto que tenho de parar de pensar sempre no próximo livro que vou ler, quando ainda agora comecei um outro. Como não consigo ler dois livros ao mesmo tempo, não há nada que possa fazer senão terminar um e avançar para o próximo. Vou continuar a admirar as pessoas que conseguem ler 15 ou mais livros por mês, mas tenho de aceitar que estou a fazer o melhor que consigo com o tempo e a disposição que tenho.

Há uns tempos que tinha vindo a pensar neste assunto e quando comecei a ler o Tatiana and Alexander de Paullina Simons, um calhamaço de 626 páginas, decidi que era tempo de desabafar sobre o que me anda a ocupar a mente ultimamente. Já tinha este livro para ler desde Abril do ano passado, altura em que terminei o outro, e disse para mim mesma que tinha de o começar a ler agora, antes que passasse mais de um ano que tinha terminado o primeiro, e deixar de obcecar com o tempo que iria levar. É um livro longo e  tenho a certeza que vai levar o seu tempo a ser lido, mas quero tentar ao máximo aproveitá-lo e não estar constantemente a pensar no número de páginas que ainda faltam para o terminar. Isto está a ser um pouco difícil até agora, admito, mas quero tentar convencer-me que não faz mal se os outros livros que quero ler não sejam lidos agora.

Isto também vos acontece? Qual é o vosso "truque" para não pensarem sempre em quantas páginas faltam, mesmo que estejam a adorar o livro?

25.3.15

Let's Talk: Ler todos os livros de um autor

Estava a ver este vídeo e deu-me uma ideia para um post aqui no blog. Decidi fazer um balanço de todos os autores dos quais já li (e vou continuar a ler) os livros todos e daqueles que planeio fazer o mesmo.



Normalmente, quando leio um livro que adore e em que a escrita do mesmo foi o grande factor para essa opinião, meto todos os livros do mesmo autor para ler. Há autores em que, mesmo quando as sinopses não me dizem nada, eu quero ler automaticamente sem saber muito bem sobre o que se trata. No entanto, há outros em que eu leio as sinopses e só escolho aqueles que me interessam. Sinceramente, não sei como faço esta decisão, mas já a fiz algumas vezes. Hoje vou falar-vos só daqueles que ficam automaticamente na minha lista, sem ser preciso ler a sinopse.

Autores dos quais já li todos os livros:

  • Stephenie Meyer
Claro que a primeira autora desta lista tinha de ser a Stephenie Meyer. Até este momento já li tudo o que publicou: a saga Twilight e o The Host. Tenho a certeza absoluta que se quando a autora lançar um novo livro, vou largar tudo só para o ler.
  • John Green
Digam o que disserem das suas histórias terem sempre o mesmo formato e dos seus protagonistas serem sempre a mesma pessoa (o que não estou a dizer que seja mentira), a verdade é que os livros deste autor agarram-me e adoro cada um. Já li todos os seus livros publicados (excepto a sua participação no Let It Snow) e tenho a certeza que assim que lançar outro o vou ler.
  • Cynthia Hand
A minha autora preferida não podia faltar nesta lista. Até agora a autora escreveu a saga Unearthly e um livro contemporâneo que li este mês, The Last Time We Say Goodbye. Esta é uma daquelas autoras que podia publicar a lista das compras e eu provavelmente compraria e relia várias vezes. Adoro os seus livros e mal posso esperar pelo próximo.
  • Morgan Matson
Exceptuando aqueles que escreveu sobre o pseudónimo Katie Finn (que por serem direccionados a um público mais jovem não sei se os lerei), já li todos os seus livros e adorei cada um deles. Estou muito ansiosa para ler mais alguma coisa dela porque tenho a certeza que vou adorar.

Autores dos quais quero ler todos os livros:
  • Kasie West: Já li dois dos seus trabalhos mas convenceu-me a querer ler tudo

  • Sarah J. Maas: Tudo o que esta mulher escreva eu vou ler, especialmente por ter a capacidade de me dar ALL THE FEELS!

  • Marissa Meyer: Exceptuando algumas das novelas que acompanham a saga The Lunar Chronicles, lerei tudo o que esta autora publicar

  • Colleen Hoover: Não me dei tão bem com os livros desta autora como metade do mundo, mas mesmo assim os seus livros são dos melhores dentro do género New Adult e quero muito ler os que ainda não li.

  • Heather Demetrios: Esta é uma surpresa até para mim, mas adorei tanto o seu novo livro I'll Meet You There que fiquei com vontade de ler tudo o que já escreveu.

  • Kody Keplinger: Tudo o que a autora escrever dentro do género YA é um must-read para mim.
Provavelmente descobrirei mais autores maravilhosos cuja escrita me faça querer ler todos os seus livros, mas estes são aqueles que se só pudesse ler os seus livros agora, não me importaria.

E para vocês? Quais são os autores dos quais leriam qualquer livro, independentemente da sinopse?

20.3.15

Ler em Inglês: Dicas e Recomendações

Depois de ver o vídeo do canal Vamos Ler, senti-me inspirada para vos falar da minha história com o inglês e de como comecei a ler livros nesta língua.



A minha história:

Desde a pré-primária até ao 12º ano, que sempre tive inglês na escola. Nunca tive cursos de inglês extra ou curiosidade para aprender para além daquilo que me era ensinado na escola. A verdade é que no inicio eu odiava inglês e era sempre aquela disciplina na qual tinha mais dificuldades. Não que não percebesse o que me ensinavam, mas porque sempre achei que não sabia o suficiente para poder dizer que falava fluentemente, o que acabava por me desmotivar porque a maioria dos meus colegas era muito melhor que eu, uma vez que todos andavam em cursos extra-curriculares de inglês.

Sempre tive uma relação dificil com o inglês até ao 7º ano, altura em que comecei a ouvir mais música e a ter curiosidade sobre as letras e também a ver séries americanas/britânicas.
Posso dizer que aprendi muito mais inglês a ver séries e a ouvir música que nas aulas. Claro que ter aulas é importante, especialmente para as regras da gramática, mas ver séries e ouvir as falas permite-nos ouvir esta língua a ser utilizada com algum contexto.

Agora, para uma viciada em séries como eu, o facto de estar constantemente a ouvir falar em inglês, adicionando às aulas que ia tendo, ajudou-me imenso e aumentou o meu interesse por esta língua.

Mesmo assim, ler em inglês estava muito longe dos meus planos na altura. Primeiro não era assim uma grande leitora, sendo que acompanhava apenas os livros da série Twilight e semelhantes que tinham sido traduzidos para português. Segundo porque nunca me senti totalmente confiante para pegar num livro inteiramente em inglês e comprometer-me a lê-lo na sua totalidade.

Ao longo dos anos continuei a ver séries e filmes, mas fui experimentando ver com legendas em inglês, de forma a acompanhar o que ouvia com o que lia, ou a ver sem legendas mesmo (ainda me lembro do primeiro filme que vi sem legendas - foi o 500 Days of Summer). Parecendo que não, fazendo isto ao longo dos anos, juntando à quantidade de música em inglês que ouvia, tornou-me fluente em inglês sem eu notar.

Mesmo assim, até àquela altura ainda não tinha tentado a minha sorte a ler livros a inglês. Apesar de tudo, não me sentia confiante o suficiente para me comprometer a um livro numa língua que não o português. Isto até ao final de 2012, altura em que decidi arriscar e pegar no The DUFF. Peguei nele e quando dei por mim, dois dias depois, já o tinha terminado e tinha conseguido ler um livro completo em inglês, sem grandes problemas. Claro que havia palavras que não conhecia, mas isso era algo que não me atrapalhava muito pois podia sempre utilizar o tradutor ou tentar percebê-la pelo contexto da frase.

Assim, a partir de 2013 passei a ler vários livros em inglês, mas apenas quando queria muito ler um livro que não tinha sido publicado em Portugal. Eventualmente cansei-me de traduções mal feitas e que soavam sempre mal e passei a ler exclusivamente em inglês, exceptuando os clássicos ou alguma série que comecei em português.

Hoje em dia já só leio em inglês e prefiro fazê-lo, mesmo que o livro já tenha sido editado cá. Em 2013, dos 25 livros que li, 13 foram em inglês e em 2014, dos 61, só 3 é que foram lidos em português. Este ano ainda não li nenhum livro em português e se ler será um ou dois.

Claro que às vezes sinto falta de ler em português, especialmente porque sinto que me ajudaria na minha escrita aqui para o blog, especialmente nos posts de discussão ou opinião, mas não consigo mesmo aturar traduções mal feitas nem livros super caros. Tenho de tentar a minha sorte com autores portugueses, mas nunca encontro nada que me interesse totalmente.

Para quem quer começar a ler em inglês, deixo aqui algumas dicas e recomendações que me ajudaram na altura.

Dicas:
  • Tentem começar com YA Contemporâneos - Estes são normalmente os livros que têm um vocabulário mais acessível, pois não envolvem grandes explicações do mundo, como é o caso da fantasia ou distopias. São também mais fáceis pois as personagens falam com expressões que ouvimos nas séries/filmes, algo a que estamos mais familiarizados

  • Reler livros noutra língua - Isto é algo que nunca fiz, mas acho que pode ser bastante útil. Se adoram o A Culpa é das Estrelas, por exemplo, tentem ler a versão em inglês. Como já sabem o que vai acontecer, vão tomar mais atenção ao vocabulário e às expressões utilizadas

  • Livros rápidos com poucas descrições - Eventualmente vão conseguir ler mais descrições nos livros, mas o ideal é mesmo escolher livros com muito diálogo ou com muita acção. A descrição é importante, sim, mas cansa muito, especialmente para quem ainda está a começar

  • Não desistam - Se não conseguirem com o primeiro livro que pegarem, tentem com outros e sempre assim. Eventualmente vão conseguir encontrar um que conseguem acompanhar.

Recomendações:

  • Todos os livros da Kody Keplinger - Foi com esta autora que me estreei a ler em inglês e quando li o The DUFF li logo os seus outros dois de seguida. São livros com um nível de inglês muito fácil e também curtinhos, o que não implica um compromisso tão grande

  • Os livros da Stephanie Perkins - são fofos e com um nível de inglês acessível.

  • Se não gostam assim tanto de livros contemporâneos, podem sempre experimentar: The 5th Wave de Rick Yancey (Ficção cientifica), Angelfall de Susan Ee (pós-apocalíptico) ou Legend de Marie Lu (distópico)

  • Para quem não tem problemas em ler livros com conteúdo mais adulto, pode sempre experimentar livros New Adult. Os livros deste género são normalmente rápidos de ler, com um nível de inglês simples e muito viciantes. Este último factor é importante porque vão querer continuar a ler, o que vos vai "obrigar" a ler em inglês. Alguns dos meus preferidos: The Deal de Elle Kennedy, Foreplay de Sophie Jordan e The Edge of Never de J. A. Redmerski

Concluindo, se querem mesmo começar a ler em inglês, o mais importante é não desistir e serem realistas quanto aos objectivos a que se propõem. Se sabemos que o nosso nível de inglês não é o suficiente para ler clássicos, o melhor é ir lendo outros livros mais fáceis, até atingirmos esse nível.

Eu sei que no inicio parece que nunca vamos conseguir, mas a prática leva à perfeição. Continuem a ver séries e filmes com legendas em inglês, a ouvir música e a seguir a letra ou a ler blogs estrangeiros. Tudo leva o seu tempo e eventualmente conseguirão atingir as vossas metas.

6.2.15

Livros de Não-ficção

O tema da semana passada no canal 5 páginas (um canal no youtube muito giro com temas diferentes todas as semanas) foram os livros de não-ficção. Decidi então mostrar-vos os livros de não-ficção que me despertam alguma curiosidade.
A verdade é que eu nunca li nenhum livro de não-ficção. Não sei bem porquê, mas nunca tive a oportunidade (nem o interesse) de o fazer. Até descobrir alguns livros que me despertaram muita curiosidade e com os quais me pretendo estrear neste género.


Never Have I Ever - Katie Heaney

Ouvi falar deste livro por acaso, mas li uma opinião que me fez querer imenso ler este livro (que infelizmente não encontro). Acho que o título explica a história, mas basicamente é um testemunho pessoal de uma rapariga de 20 e tal anos que nunca teve um namorado e de todas as aventuras da sua vida amorosa. Parece bastante divertido e quero lê-lo em breve.


Underground - Haruki Murakami

Também já não me lembro de como conheci este livro, mas a sinopse intrigou-me o suficiente para ter curiosidade de o ler. O autor também teve bastante peso nesta decisão, uma vez que nunca li nada de Haruki Murakami. Underground retrata a história do atentado ao metro que aconteceu no Japão em 1995. Nunca tinha ouvido falar deste atentado (que aconteceu no ano em que nasci), mas fiquei mesmo com muita curiosidade para ler este livro que reúne testemunhos de vitimas do atentado terrorista.


We Should Hang Out Sometime - Josh Sundquist

O Josh Sundquist é um youtuber que já sigo há imenso tempo e que adoro ver. Quando era bastante novo teve de amputar a perna por causa de um cancro, sendo agora um motivational speaker. Eu adoro os seus videos e este livro é sobre a sua vida amorosa, no qual não teve muita sorte pois nunca teve nenhuma namorada até conhecer a Ashley, a sua noiva. Estou bastante curiosa para ler este livro, especialmente porque acho que vai ser um livro que me vai fazer rir imenso.

12.9.14

E quando as séries não combinam?

Depois de ter visto este post no blog Paperback Wonderland, decidi olhar para as minhas prateleiras e ver quantas séries tinha cujos livros não combinavam uns com os outros. Apesar de ter poucos livros (ainda!) percebi que das três séries que tenho que não combinam, só uma é que não gosto de muito de ver na minha prateleira, essencialmente pelas alturas mais do que o design da lombada.


A trilogia de Paullina Simons é talvez o exemplo mais notório de uma trilogia cujos livros são todos de edições diferentes. A verdade é que estes livros, tanto em português, como em inglês, comprados como novos, são demasiado caros para mim, logo aproveitei o awesomebooks e encomendei os três livros de lá.

Surpreendentemente, não me incomoda nada ter os três livros todos diferentes, ao contrário do que eu pensava que iria acontecer assim que colocasse os três lado a lado. Não posso negar que queria tê-los todos a combinar, especialmente naquelas edições americanas,  mas a verdade é que assim consegui comprar uma trilogia inteira, que me ficaria por mais de 30€ se comprasse como novos, por apenas 9€.


A segunda série que tenho é a Under the Never Sky de Veronica Rossi. Aproveitei uma promoção do bookdepository e comprei o primeiro livro, o que provavelmente nunca faria se não o tivesse comprado por 4€. Depois de ler este primeiro, continuei a comprar os livros da mesma editora, porque com lombadas diferentes não me importo tanto do que com alturas diferentes. Apesar destas edições da Atom não serem as mais bonitas, tenho de admitir que as cores do terceiro são lindas.


E a série Unearthly é a última que tenho para vos mostrar e aquela que me irrita um pouco mais. Para além de ser a minha série preferida, como o último livro não foi lançado em Portugal, tive de comprá-lo em inglês, o que fica um pouco estranho na minha prateleira. O meu objectivo é comprar os dois primeiros livros em inglês, até porque quero muito relê-los. Mesmo assim, tenho um grande carinho pelas minhas edições portuguesas porque foram os que me fizeram apaixonar por esta trilogia.

Apesar de ainda me incomodar um pouco não ter as séries todas direitinhas e iguais na minha prateleira, percebi que já nem me incomoda tanto quanto antes.

Esta ideia NÃO é minha, por isso não se esqueçam de visitar o post original!

12.5.14

Let's Talk: Emprestar livros ou não?



Tenho de admitir algo: Eu odeio emprestar os meus livros.

Eu sei que dito assim até parece mal, mas sinto que os outros não entendem como gosto dos meus livros e como gosto de os ter em boas condições, pelo menos quando os compro assim.

Há pouco tempo, com o aniversário de uma amiga minha, precisava de algo para lhe dar mas não sabia bem o quê. Como ela já andava há algum tempo a pedir para lhe emprestar o The 5th Wave, eu acabei por lhe comprar uma cópia, não só porque era uma coisa que sabia que ela queria, mas também porque não lhe queria emprestar um livro que adoro, com medo que voltasse em más condições.

Eu sei que isto parece mal, mas eu tenho alguns traumas com alguns livros que emprestei. Lembro-me de ter emprestado o Amy and Roger's Epic Detour a duas amigas minhas. A primeira trouxe-me o livro exactamente nas mesmas condições em que o tinha emprestado, mas a segunda trouxe-me o livro já com o plástico da capa a sair porque o deixava na mala e não tinha cuidado a transportá-lo. Desde aí que fiquei com um trauma gigante de emprestar livros a alguém.

Se calhar é exagero da minha parte, este cuidado excessivo com os livros, mas se é algo que eu gosto e no qual eu gastei dinheiro, acho que tenho o direito em querer que estejam bem cuidados, para também me durarem alguns anos.

Acidentes acontecem, é verdade, mas prefiro ser eu a "estragar" os livros do que os outros. Pelo menos assim só fico chateada com a situação e com mais ninguém.

A única pessoa à qual gosto de emprestar livros é à minha irmã. Não só porque adoro que ela leia os mesmos livros que eu para depois podermos falar sobre isso (e porque é a única cá em casa que ainda consigo convencer), mas também porque sei que ela os vai tratar bem.

Mas o principal problema em emprestar livros, pelo menos para mim, que não gosto nada de confrontos, é como dizer que não queremos emprestar. Muitas vezes nem toco no assunto para não me pedirem outra vez, mas eu também gosto de falar sobre os livros que leio.

Concluindo, eu sei que pode parecer um exagero e até um pouco egoísta, mas eu não gosto mesmo nada de emprestar livros. :\

E vocês? São como eu e também não gostam nada de emprestar ou emprestam sem problemas?

2.4.14

Let's Talk: YA Shame


Há pouco tempo vi uma rapariga no youtube a mostrar os seus livros e a desculpar-se por alguns deles serem YA, como se estes não tivessem tanta qualidade como qualquer outro livro.
Já vi vários vídeos que abordam este assunto de ler YA e de ter vergonha do que se lê, por isso decidi juntar-me à discussão.

Não há dúvida nenhuma que o meu género literário preferido é YA. É o que eu gosto mais de ler e, na realidade, foi o género que me fez gostar de livros. Mas quem nunca teve vergonha de dizer que tipo de livros lê?! Eu sei que já tive, especialmente quando conheço alguém que também gosta de ler e surge sempre aquela pergunta do “Qual é o teu livro preferido?” ou “O que é que gostas de ler?”.

Eu tenho vergonha de dizer, não porque tenho vergonha de os ler, mas pela opinião geral de que os livros YA não são tão bons como os outros. Tenho pena que este género literário não seja tão reconhecido quanto merece, não só por ser um género muito importante, pois, ao abordar tópicos interessantes para um público mais jovem, faz com que estes gostem de ler, mas também porque existem livros muito bons que não recebem tanto mérito quanto deviam.

Young-adult não é sinónimo de um livro mal escrito ou de uma história fraca, muito antes pelo contrário,  é um género como qualquer outro que aborda temas muito importantes, utilizando apenas uma linguagem mais simples e mais acessível ao público alvo.


Com isto não quero dizer que só há bons livros no género YA. Há bons e maus livros como em todos os géneros literários, não importando se é YA ou não.
Claro que ninguém é obrigado a gostar do mesmo género de livros e obviamente que os clássicos, por exemplo, são livros muito mais elaborados e muito melhor escritos, mas os livros considerados YA também merecem o seu mérito pelo que são e pela mensagem que transmitem.

O género YA é o que é e não merece ser menos reconhecido que qualquer outro género literário.

Honestamente, acho que nunca deixarei de gostar de ler YA, pelo menos durante uns bons anos, porque enquanto me divertir a ler livros, não me interessa muito em que género literário se incluem e muito menos a opinião de muitos sobre eles. Pelo menos gosto de ler e acho que isso é o mais importante, independentemente do tipo de livros que leio.

22.3.14

Let's Talk: Usar a Biblioteca


Devo admitir, antes de mais, que não me lembro da última vez que li um livro que requisitei numa biblioteca. Nunca tive grande hábito em utilizar a biblioteca e penso que isso se deve ao facto de só ter adquirido o gosto da leitura mais tarde e quando os livros da biblioteca da minha escola já não me interessavam.
Penso que teria utilizado mais se, na primária, a escola onde andei promovesse a utilização da biblioteca e o gosto pela leitura, mas aconteceu exactamente o contrário. Na minha escola primária os alunos eram proibidos de ir à biblioteca. Nunca percebi bem porquê, mas nunca nos deixavam ir sem um professor, muito menos levar livros para casa. Agora perguntam-se "Então mas qual era a utilidade da biblioteca assim?". Pois, também nunca percebi.

Quando mudei de escola não estava minimamente interessada em livros e para mim utilizar a biblioteca para levar livros para casa era um mito. Lembro-me perfeitamente de passar os intervalos na biblioteca, mas a ler a banda desenhada da Turma da Mónica, nunca livros mesmo. 

A partir do momento que comecei a ler, graças ao Crepúsculo, digam o que disserem, já não achei os livros da biblioteca da escola interessantes, porque nenhum deles tinha "romance e casalinhos fofos" (o que foi exactamente o que o meu eu de 13 anos pensou na altura).

Só anos mais tarde entrei numa biblioteca por vontade própria. Eu sei que pode parecer esquisito para alguém que goste tanto de ler, nunca ter entrado numa biblioteca por vontade própria, mas até há bem pouco tempo, sempre achei que a biblioteca nunca teria nada que me interessasse.


Mesmo depois desta descoberta, nunca requisitei nenhum livro de lá. Não sei porquê, adoro ir à biblioteca admirar os livros, mas acabo sempre por sair sem nenhum. Penso que em grande parte está no facto de querer ter os livros na minha estante. Sempre gostei e até é assim como uma espécie de orgulho, ter todos os livros que li na minha prateleira para poder ficar a olhar para eles durante horas, até mesmo aqueles que não penso ler de novo ou que não gostei assim tanto. Se calhar não devia ser tão apegada a algo material, mas a verdade é que me custa um pouco ler livros emprestados, quer seja de amigos ou da biblioteca. Um bom exemplo disso, e que eu me lembro sempre, foi quando li o "Nómada" de Stephenie Meyer. Li o livro emprestado da minha melhor amiga e tenho imensa pena de não o ter na prateleira, porque o adorei. Mesmo que o vá comprar, já não sinto que seja a mesma coisa e ainda por cima agora só encontro com a capa do filme.

Uma outra razão para não utilizar a biblioteca é o facto de ler maioritariamente em inglês. Ultimamente tenho preferido ler livros na sua língua original, sem traduções, apesar de por vezes me apetecer ler em português para variar um pouco, mas sempre que tal acontece, opto por comprar o livro.

Por fim, não utilizar a biblioteca deve-se também  ao facto de termos um prazo para ler um determinado livro. Bem sei que podemos pedir mais uma ou duas semanas, mas parece que ao ser forçada a lê-lo num determinado intervalo de tempo, perco a vontade de ler e sinto-me obrigada a terminá-lo. 

Embora reconheça que utilizar a biblioteca tem muito mais vantagens que desvantagens, ainda não consegui aproveitar esta oportunidade. Talvez o problema seja da biblioteca que frequento, que apesar de ter uma grande selecção, são principalmente livros "adultos" sobre temas sobre os quais não estou muito interessada.

Pondo isto, apesar de tudo, acho que deveria experimentar trazer um ou dois livros da biblioteca porque realmente dizer que não gosto sem nunca ter experimentado não dá com nada.

Planeio no Verão passear pelas bibliotecas de Lisboa e conhecê-las um pouco melhor. Alguma sugestão?

24.2.14

Let's Talk: Ler novelas

Já há algum tempo que queria fazer uma rubrica em que falo de assuntos relacionados com livros. Digamos que eu não sou a pessoa mais criativa a arranjar nomes giros para rubricas por isso ficou simplesmente "Let's Talk".

Hoje venho falar de novelas. É cada vez mais frequente existirem novelas para cada série. Uma novela é como uma espécie de dois ou três capítulos que explicam alguns dos acontecimentos que aconteceram no livro "principal" que não foram colocados por serem apenas explicações adicionais para o leitor entrar melhor no mundo criado.

Por vezes as novelas também ajudam a introduzir um novo livro de uma série, ou pelo menos, preparar o leitor, recordando detalhes importantes para o próximo livro, que podem ser esquecidos quando se espera durante um ano.

Ultimamente tenho lido mais novelas pois sinto que me tem ajudado a apreciar melhor um próximo livro de uma série, uma vez que é uma forma rápida de relembrar todos os pormenores que ficaram esquecidos com a vantagem adicional de saber sempre mais qualquer coisa sobre as personagens.

Ainda foram poucas as novelas que li mas planeio ler mais algumas sempre que sentir a necessidade de recordar qualquer coisa esquecida antes de avançar na série.

As novelas que já li foram:



A Breve Segunda Vida de Bree Tarner
A novela da saga Twilight de Stephenie Meyer

Radiant
A novela da trilogia Unearthly de Cynthia Hand

Destroy Me
A primeira novela da trilogia Shatter Me de Tahereh Mafi

Roar and Liv 
A primeira novela da trilogia Under the Never Sky de Veronica Rossi

Algumas das novelas que planeio ler:


E vocês? Acham útil ler novelas ou nem por isso? Quais as novelas que já leram?