Finalmente, quase no final de Maio, trago-vos os livros que comprei em Abril. Só um é que comprei em Maio, mas como foi no inicio e como já o li e ainda não o tinha mostrado, decidi inclui-lo também.
Em Abril comprei 5 livros, o que mostra que eu tenho um problema e preciso de parar...
Começando com a razão pela qual este post vem tão atrasado...
Encomendei três livros no awesomebooks mas como um deles não é para mim, vim só mostrar-vos os que são. Comprei estes livros para aí dia 20 de Abril e só chegaram um mês depois...
Fiquei muito surpreendida porque os livros vieram em óptimas condições e nem parecem ter sido lidos.
Encomendei o Throne of Glass de Sarah J. Maas porque já o quero ler há algum tempo mas não queria dar 7€ no bookdepository para um livro que não tinha a certeza se ia gostar, logo quando o vi a 3€ nem hesitei.
O The Summer Garden de Paullina Simons é o terceiro livro da trilogia The Bronze Horseman e, mesmo não tendo o segundo, estes livros são tão caros que assim que vi que este estava a 3€ tive de aproveitar e comprá-lo porque mais tarde ou mais cedo acabaria por fazê-lo. Para além do mais este livro é lindo e só tenho pena que combine com o primeiro, mas não me importo muito.
Encomendei no bookdepository o Fangirl de Rainbow Rowell que já li e adorei (opinião). Já estava para comprar este livro há algum tempo e foi finalmente este mês que o comprei!
Estes dois últimos livros são compras um pouco random. O The Last Princess de Galaxy Craze foi o que comprei no inicio de Maio mas que decidi incluir aqui. Comprei-o na Bertrand porque tinha dinheiro no cartão e apetecia-me comprar qualquer coisa na Bertrand da baixa, que é linda! Já o li e gostei muito. O livro O Desejo de Alexandra Bullen comprei-o porque estava a 3€ no Jumbo e foi mais por impulso que outra coisa. Para ser sincera nem tenho grande interesse, mas acabarei por lê-lo eventualmente.
21.5.14
16.5.14
Novidades Literárias da Semana #4
1. Filme do The DUFF de Kody Keplinger
A actriz Mae Whitman, conhecida pelo seu papel na série Parenthood (uma das minhas séries preferidas) foi a escolhida para representar o papel de Bianca na adaptação cinematográfica do livro de Kody Keplinger. Apesar de ser um filme baseado no livro, a história teve algumas alterações, sendo uma delas a adição de uma nova personagem, a Maddison, representada por Bella Throne. O filme vai ser um pouco diferente do livro, uma vez que a personagem principal vai juntar um grupo de raparigas, todas elas as DUFF do grupo para se "vingarem" de quem as chama assim.
2. The 5th Wave e The Final Empire em Portugal
Vão ser lançados/já foram, as edições portuguesas dos livros The Final Empire de Brandon Sanderson, com o nome "O Último Império", pela Saída de Emergência, e o livro The 5th Wave de Rick Yancey, com o título "A 5ª Vaga", da Editorial Presença.
3. Dorothy Koomson em Portugal
A escritora vai estar em Portugal, na Feira do Livro de Lisboa, nos dias 14 e 15 de Junho, para sessões de autógrafos, segundo o site da Porto Editora.
A actriz Mae Whitman, conhecida pelo seu papel na série Parenthood (uma das minhas séries preferidas) foi a escolhida para representar o papel de Bianca na adaptação cinematográfica do livro de Kody Keplinger. Apesar de ser um filme baseado no livro, a história teve algumas alterações, sendo uma delas a adição de uma nova personagem, a Maddison, representada por Bella Throne. O filme vai ser um pouco diferente do livro, uma vez que a personagem principal vai juntar um grupo de raparigas, todas elas as DUFF do grupo para se "vingarem" de quem as chama assim.
Sinceramente não estou muito satisfeita com estas alterações pois este é um dos meus livros preferidos, mas mesmo assim estou curiosa para ver como vai ficar. Gosto muito desta actriz por isso espero que pelo menos o papel da Bianca seja bem representado.
2. The 5th Wave e The Final Empire em Portugal
Vão ser lançados/já foram, as edições portuguesas dos livros The Final Empire de Brandon Sanderson, com o nome "O Último Império", pela Saída de Emergência, e o livro The 5th Wave de Rick Yancey, com o título "A 5ª Vaga", da Editorial Presença.
Como sabem, o The 5th Wave é um dos meus livros preferidos e fico muito feliz que tenha sido editado em Portugal. O The Final Empire é um que tenho alguma curiosidade e que tem sido cada vez mais falado.
3. Dorothy Koomson em Portugal
A escritora vai estar em Portugal, na Feira do Livro de Lisboa, nos dias 14 e 15 de Junho, para sessões de autógrafos, segundo o site da Porto Editora.
Apesar de não ter lido nenhum livro da autora, tenho 3 cá em casa da minha mãe para ler e talvez seja uma boa oportunidade para o fazer.
15.5.14
Opinião: Second Chance Summer
Depois de ler o Amy and Roger's Epic Detour, o primeiro livro de Morgan Matson, e de ter adorado, quando encontrei este livro baratinho, decidi comprá-lo.
A minha edição é a edição britânica, com uma capa muito diferente da americana. Eu gosto muito desta capa, mas também da da edição original, e só tenho pena que a minha edição esteja tão estragada, uma vez que o comprei no awesomebooks e veio muito pior do que eu achava que viria. A única coisa engraçada é que dentro do livro veio um bilhete para o U.S. Capitol, o que me leva a crer que alguém leu este livro numas férias aos U.S.A. e, quando terminou, deixou-o para trás.
Título: Second Chance Summer
Autor(a): Morgan Matson
Editora: Simon & Schuster UK
A minha edição é a edição britânica, com uma capa muito diferente da americana. Eu gosto muito desta capa, mas também da da edição original, e só tenho pena que a minha edição esteja tão estragada, uma vez que o comprei no awesomebooks e veio muito pior do que eu achava que viria. A única coisa engraçada é que dentro do livro veio um bilhete para o U.S. Capitol, o que me leva a crer que alguém leu este livro numas férias aos U.S.A. e, quando terminou, deixou-o para trás.
Estava a guardar este livro para ler no Verão, mas depois de ter lido o Fangirl de Rainbow Rowell, apeteceu-me continuar dentro do género e este era o único que tinha na estante e que ainda não tinha lido.
Assim que peguei neste livro não achava que ia dar mais que 4 luas, uma vez que não me agarrou logo de inicio. Achei que era mais um livro do mesmo género, que eu tinha a certeza que ia gostar, mas não achava que passasse de mais um bom livro para passar o tempo.
Mas estava mesmo enganada e não deixem que a palavra "Summer" no título vos leve a achar que este é um livro leve que se lê bem num dia de praia.
Eu sei que sou uma chorona nos livros e que choro por tudo e por nada, mas este livro fez-me chorar em várias alturas assim como também me fez rir sozinha enquanto o lia.
Tal como o título indica, esta é uma história sobre segundas oportunidades e reencontros. É uma história não só focada na relação entre Taylor e Henry, mas também na família e na amizade.
Assim que peguei neste livro não achava que ia dar mais que 4 luas, uma vez que não me agarrou logo de inicio. Achei que era mais um livro do mesmo género, que eu tinha a certeza que ia gostar, mas não achava que passasse de mais um bom livro para passar o tempo.
Mas estava mesmo enganada e não deixem que a palavra "Summer" no título vos leve a achar que este é um livro leve que se lê bem num dia de praia.
Eu sei que sou uma chorona nos livros e que choro por tudo e por nada, mas este livro fez-me chorar em várias alturas assim como também me fez rir sozinha enquanto o lia.
Tal como o título indica, esta é uma história sobre segundas oportunidades e reencontros. É uma história não só focada na relação entre Taylor e Henry, mas também na família e na amizade.
Algo que gosto muito neste tipo de livros são as relações familiares e a forma como as personagens interagem entre si. Neste caso relacionei-me bastante com a Taylor, a protagonista, não só por também ser a filha do meio, mas também porque também tenho dois irmãos, uma irmã e um irmão, e achei que a autora conseguiu apanhar relativamente bem a dinâmica familiar entre irmãos.
Algo que vamos notando ao longo do livro é a forma como pequenos pormenores que achávamos que não interessavam para a história, acabam por ter grande valor e fazer sentido na acção.
Todas as personagens neste livro são personagens com as quais me consegui relacionar porque todas elas têm problemas reais e não dramatizam demais, o que acontece várias vezes neste tipo de livros.
Gostei muito do facto de a história não se focar totalmente na Taylor e de conseguirmos ver o que se vai passando nas vidas das outras personagens, escapando ao que muitas vezes acontece neste género, em que as personagens secundárias servem apenas para desenvolver a história dos protagonistas e ficamos sem saber o que se passa na vida deles.
A relação entre a Taylor e o Henry é daquelas que nos deixa mesmo com um friozinho na barriga. Achei-os muito queridos e gostei do facto de lidarem com problemas reais, sem triângulos amorosos ou outros dramas desnecessários.
Na minha opinião, as acções que Taylor vai tomando ao longo do livro, muitas vezes em relação ao Henry, são bem explicadas e credíveis, pelo que mesmo que por vezes não concordasse, percebia o que a tinha levado a tomar tal decisão.
Este não é um livro leve, como já referi anteriormente, pois aborda temas como a doença e a morte,os quais, na minha opinião, foram muito bem explorados pela autora.
A epígrafe deste livro é uma quote da música What Sarah Said dos Death Cab for Cutie. Como achei muito bonita, decidi pesquisar e gostei imenso da música, que se relaciona muito bem com o livro.
Quanto ao final, queria saber um pouco mais sobre todas as personagens, mas já no Amy and Roger's Epic Detour, a autora nos dá espaço para imaginarmos o que acontece, o que nestes casos nem me importo muito. Este tem mais resolução que o Amy and Roger's mas mesmo assim queria saber mais, apesar de ter ficado satisfeita com o final.
Concluindo, este é mais um livro do género YA Contemporary, com um inglês de nível fácil, que recomendo, mesmo para quem não lê este tipo de livros. Apesar de por vezes um pouco triste, é um livro com uma história muito bonita.
12.5.14
Let's Talk: Emprestar livros ou não?
Eu sei que dito assim até parece mal, mas sinto que os outros não entendem como gosto dos meus livros e como gosto de os ter em boas condições, pelo menos quando os compro assim.
Há pouco tempo, com o aniversário de uma amiga minha, precisava de algo para lhe dar mas não sabia bem o quê. Como ela já andava há algum tempo a pedir para lhe emprestar o The 5th Wave, eu acabei por lhe comprar uma cópia, não só porque era uma coisa que sabia que ela queria, mas também porque não lhe queria emprestar um livro que adoro, com medo que voltasse em más condições.
Eu sei que isto parece mal, mas eu tenho alguns traumas com alguns livros que emprestei. Lembro-me de ter emprestado o Amy and Roger's Epic Detour a duas amigas minhas. A primeira trouxe-me o livro exactamente nas mesmas condições em que o tinha emprestado, mas a segunda trouxe-me o livro já com o plástico da capa a sair porque o deixava na mala e não tinha cuidado a transportá-lo. Desde aí que fiquei com um trauma gigante de emprestar livros a alguém.
Se calhar é exagero da minha parte, este cuidado excessivo com os livros, mas se é algo que eu gosto e no qual eu gastei dinheiro, acho que tenho o direito em querer que estejam bem cuidados, para também me durarem alguns anos.
Acidentes acontecem, é verdade, mas prefiro ser eu a "estragar" os livros do que os outros. Pelo menos assim só fico chateada com a situação e com mais ninguém.
A única pessoa à qual gosto de emprestar livros é à minha irmã. Não só porque adoro que ela leia os mesmos livros que eu para depois podermos falar sobre isso (e porque é a única cá em casa que ainda consigo convencer), mas também porque sei que ela os vai tratar bem.
Mas o principal problema em emprestar livros, pelo menos para mim, que não gosto nada de confrontos, é como dizer que não queremos emprestar. Muitas vezes nem toco no assunto para não me pedirem outra vez, mas eu também gosto de falar sobre os livros que leio.
Concluindo, eu sei que pode parecer um exagero e até um pouco egoísta, mas eu não gosto mesmo nada de emprestar livros. :\
E vocês? São como eu e também não gostam nada de emprestar ou emprestam sem problemas?
10.5.14
Opinião: Fangirl
Este foi um daqueles livros em que precisei de pensar muito bem sobre como queria ou iria escrever esta opinião.
Já há muito tempo que ouço falar deste livro, já para não falar desta autora. Eu já tinha lido um livro pela Rainbow Rowell, o Eleanor & Park.
Este era um dos livros que me tinha proposto a ler no inicio do ano (aqui) e já sabia que o ia adorar. Só não sabia que o ia adorar assim tanto e que me relacionaria tanto com a Cath, a protagonista.
Acho que umas das principais razões por ter gostado tanto deste livro foi a altura em que o li. Sinceramente, acho que se o tivesse lido noutra altura da minha vida teria gostado, mas não desta maneira.
Neste livro Cath está a começar a faculdade, uma altura da nossa vida em que tudo muda e temos de procurar conciliar tudo o que conhecíamos antes com tudo o que vamos conhecendo. Tal como a Cath, eu também entrei na faculdade este ano e revi-me muito no que ela sentiu com toda a mudança na sua vida e todas as suas dúvidas, como querer desistir, por exemplo. Eu já me senti assim, mas uma das coisas que este livro me ensinou é que mesmo que pensarmos nisso, provavelmente aparecerá algo que nos fará ver que nem tudo é mau e que conseguimos, eventualmente, passar por todos os obstáculos.
A Rainbow Rowell tem a capacidade de nos fazer gostar de todas as personagens que devemos gostar e de nos fazer odiar aquelas que devemos odiar. Achei que todas as personagens foram muito bem desenvolvidas e que cresceram ao longo da história. É possível ver, e foi outra das coisas que gostei muito, que cada personagem tem a sua personalidade e o seu feitio e que são todos diferentes, o que por vezes nos livros de YA Contemporâneo não é muito bem executado.
Na parte inicial do livro alguns pensamentos e acções da Cath irritaram-me um pouco, mas rapidamente me apercebi que muitas das coisas que ela pensa/faz eu também as faço e achei isso muito estranho, fazendo-me gostar ainda mais do livro.
A Cath é provavelmente das personagens com quem mais me identifico. Não pela parte da escrita, porque não tenciono escrever um livro e escrever nem é das coisas que eu mais gosto de fazer (e aqui para nós ainda bem porque eu acho que não escrevo nada bem), mas sim um pouco pela personalidade e pelo facto de ela também ser um pouco introvertida como eu. Também gostei muito de ler sobre uma protagonista que utiliza óculos porque eu também os tenho e posso dizer que me deu um pouco mais de confiança para utilizá-los mais vezes, porque acho sempre que fico pior de óculos e muito melhor de lentes de contacto.
A relação entre o Levi e a Cath está muito bem construída e gostei muito do facto de a autora levar o seu tempo a desenvolver a relação e não apressar nada, permitindo-nos assim ver como eles se conhecem melhor e proporcionando-nos momentos muito queridos entre eles.
Tal como nos sugere o título, a Cath é uma fangirl pela saga Simon Snow, que tal como já muitos disseram, é muito semelhante à saga Harry Potter. A Cath escreve fanfiction sobre duas personagens desta saga inventada pela autora e ao longo do livro podemos ver alguns dos textos que a Cath escreve. Gostei muito deste pormenor e, apesar de a saga não existir e não sabermos bem a história, conseguimos ir acompanho a história da fanfiction, algo que foi muito bem executado.
Achei o inglês é fácil, se bem que, por vezes, a autora utiliza expressões muito características da cultura americana e algumas palavras um pouco mais complicadas, por serem palavras menos usadas e às quais não estamos habituados.
Para quem já leu o livro e quer ver alguns desenhos feitos pelos fãs, a autora tem um pinterest totalmente dedicado a fanart dos seus livros, que podem ver aqui.
Concluindo, sinto que me esqueci de escrever muito do que queria nesta opinião mas às vezes não me consigo expressar a 100% através das palavras, mas penso que falei do que achei mais importante na obra. Dei, obviamente, 5 Luas e tornou-se um dos meus livros preferidos de todo o sempre. Aconselho, até mesmo para quem não gosta muito do género, porque acho que merece ser lido por todos.

Título: Fangirl
Autor(a): Rainbow Rowell
Editora: Pan Macmillan
Já há muito tempo que ouço falar deste livro, já para não falar desta autora. Eu já tinha lido um livro pela Rainbow Rowell, o Eleanor & Park.
Este era um dos livros que me tinha proposto a ler no inicio do ano (aqui) e já sabia que o ia adorar. Só não sabia que o ia adorar assim tanto e que me relacionaria tanto com a Cath, a protagonista.
Acho que umas das principais razões por ter gostado tanto deste livro foi a altura em que o li. Sinceramente, acho que se o tivesse lido noutra altura da minha vida teria gostado, mas não desta maneira.
Neste livro Cath está a começar a faculdade, uma altura da nossa vida em que tudo muda e temos de procurar conciliar tudo o que conhecíamos antes com tudo o que vamos conhecendo. Tal como a Cath, eu também entrei na faculdade este ano e revi-me muito no que ela sentiu com toda a mudança na sua vida e todas as suas dúvidas, como querer desistir, por exemplo. Eu já me senti assim, mas uma das coisas que este livro me ensinou é que mesmo que pensarmos nisso, provavelmente aparecerá algo que nos fará ver que nem tudo é mau e que conseguimos, eventualmente, passar por todos os obstáculos.
A Rainbow Rowell tem a capacidade de nos fazer gostar de todas as personagens que devemos gostar e de nos fazer odiar aquelas que devemos odiar. Achei que todas as personagens foram muito bem desenvolvidas e que cresceram ao longo da história. É possível ver, e foi outra das coisas que gostei muito, que cada personagem tem a sua personalidade e o seu feitio e que são todos diferentes, o que por vezes nos livros de YA Contemporâneo não é muito bem executado.
Na parte inicial do livro alguns pensamentos e acções da Cath irritaram-me um pouco, mas rapidamente me apercebi que muitas das coisas que ela pensa/faz eu também as faço e achei isso muito estranho, fazendo-me gostar ainda mais do livro.
A Cath é provavelmente das personagens com quem mais me identifico. Não pela parte da escrita, porque não tenciono escrever um livro e escrever nem é das coisas que eu mais gosto de fazer (e aqui para nós ainda bem porque eu acho que não escrevo nada bem), mas sim um pouco pela personalidade e pelo facto de ela também ser um pouco introvertida como eu. Também gostei muito de ler sobre uma protagonista que utiliza óculos porque eu também os tenho e posso dizer que me deu um pouco mais de confiança para utilizá-los mais vezes, porque acho sempre que fico pior de óculos e muito melhor de lentes de contacto.
A relação entre o Levi e a Cath está muito bem construída e gostei muito do facto de a autora levar o seu tempo a desenvolver a relação e não apressar nada, permitindo-nos assim ver como eles se conhecem melhor e proporcionando-nos momentos muito queridos entre eles.
Tal como nos sugere o título, a Cath é uma fangirl pela saga Simon Snow, que tal como já muitos disseram, é muito semelhante à saga Harry Potter. A Cath escreve fanfiction sobre duas personagens desta saga inventada pela autora e ao longo do livro podemos ver alguns dos textos que a Cath escreve. Gostei muito deste pormenor e, apesar de a saga não existir e não sabermos bem a história, conseguimos ir acompanho a história da fanfiction, algo que foi muito bem executado.
Achei o inglês é fácil, se bem que, por vezes, a autora utiliza expressões muito características da cultura americana e algumas palavras um pouco mais complicadas, por serem palavras menos usadas e às quais não estamos habituados.
Para quem já leu o livro e quer ver alguns desenhos feitos pelos fãs, a autora tem um pinterest totalmente dedicado a fanart dos seus livros, que podem ver aqui.
Concluindo, sinto que me esqueci de escrever muito do que queria nesta opinião mas às vezes não me consigo expressar a 100% através das palavras, mas penso que falei do que achei mais importante na obra. Dei, obviamente, 5 Luas e tornou-se um dos meus livros preferidos de todo o sempre. Aconselho, até mesmo para quem não gosta muito do género, porque acho que merece ser lido por todos.

Este livro já foi publicado em Portugal pela Saída de Emergência com o título "Fangirl".
7.5.14
Update Time!
Antes demais quero pedir desculpa pela minha ausência. Este mês tem sido um pouco complicado porque tenho dois projectos para entregar e mais uma data de coisas para fazer até ao final, por isso não tem dado para postar coisas novas e peço desculpa por isso.
Sei que ultimamente só tenho publicado opiniões aqui no blog mas, honestamente, é a única coisa que ainda vou conseguindo fazer porque como adoro escrever opiniões e partilhar com vocês o acho, sempre que tenho um bocadinho utilizo-o para escrever alguma opinião que tenha em atraso.
Nem referi na altura, mas como já puderam ver o blog mudou um bocadinho. Fiz um novo header, bem mais simples e mais bonito, na minha opinião, e agora podem ver todas as minhas opiniões no separador Opiniões, onde elas estão todas por ordem alfabética para ser mais fácil procurarem alguma opinião específica. Espero que tenham gostado desta mudança tanto como eu.
Irei fazer um post com as compras que fiz no mês de Abril, mas com os feriados pelo meio, os livros que encomendei ainda não chegaram, mas assim que chegarem é a primeira coisa que farei!
O próximo post é provavelmente a minha opinião sobre o livro Fangirl da Rainbow Rowell, um dos meus livros preferidos deste ano.
Neste momento estou a ler o Second Chance Summer de Morgan Matson e estou a adorar!
2.5.14
Opinião: Convergente
Este é o terceiro e último livro da trilogia Divergente de Veronica Roth. Muito se disse em relação ao final deste livro e eu não consegui escapar aos spoilers e acabei por saber tudo o que acontecia no final.
Como não quero que isso aconteça a ninguém, esta opinião não tem quaisquer spoilers.
Eu li este livro em português, editado pela Porto Editora, e achei a tradução um pouco esquisita. Não sei se sou eu que como já estou mais habituada a ler em inglês, me faz alguma confusão ler algumas expressões em português, mas não gostei tanto desta tradução como as dos livros anteriores. A verdade é que o tradutor dos dois primeiros livros não é o mesmo deste, mas não sei se o problema não foi só mesmo meu.
Como não quero que isso aconteça a ninguém, esta opinião não tem quaisquer spoilers.
Título: Convergente (Divergent #3)
Título Original: Allegiant
Autor(a): Veronica Roth
Editora: Porto Editora
Gostei muito da primeira parte do livro, especialmente da forma como a autora conseguiu explicar de forma simples o porquê das facções e de todos os outros acontecimentos dos dois primeiros livros, respondendo a muitas perguntas que tinham ficado sem resposta.
Depois desta primeira parte de explicação, comecei a perder um pouco o interesse pelo livro. Não sei bem o porquê, mas na parte da acção senti que estava a ler mais do mesmo. Como se tudo o que eles fazem nestes livros é chegarem a um sitio novo e revoltarem-se a seguir. Eu percebo a ideia da autora, e não sei se o problema não terá sido meu, por não me apetecer ler algo assim naquela altura, talvez, mas a parte da acção aborreceu-me um pouco.
Quanto ao final mais mediático dos últimos tempos, eu tenho de admitir que também achei um pouco estúpido. Eu consigo perceber a ideia da autora e percebo o que queria transmitir com essa decisão, mas acho que poderia ter passado a mesma mensagem de outra forma e acabar esta série da forma como merecia ter sido acabada.
Algo que também não me agradou muito foi o facto de parecer que a história se passou num período de tempo muito curto, parecendo que num dia descobriam algo e no dia a seguir já estavam a fazer um plano de acção. Claro que não gosto de momentos mortos, mas achei que aconteceu tudo muito rápido.
Quanto às personagens, o Quatro sempre foi o meu preferido da trilogia e não me desiludiu neste livro. Por outro lado, eu nunca gostei muito da Tris. Se no primeiro até gostei dela, no segundo comecei a achá-la um pouco irritante e o mesmo se sucedeu no Convergente.
Não sabia muito bem qual a classificação que devia dar a este livro, porque apesar de ter adorado toda a parte inicial da explicação das facções e da sociedade, a verdade é que a parte da acção desta vez não me deixou colada ao livro e aquele final foi um pouco parvo, na minha opinião.
Se alguém está na mesma situação em que eu estava, de já saber o que acontece no final, e por essa razão não querer ler o livro, o meu conselho é que o leiam mesmo assim porque é um livro essencial para a trilogia, especialmente porque nos dois primeiros as nossas perguntas e dúvidas sobre o porquê das facções e sobre todo aquele mundo nunca são respondidas, algo que acontece neste livro.
Concluindo, acabei por dar 4,5 luas porque apesar de ter tido alguns problemas com ele e de ter demorado tanto tempo a lê-lo, não deixa de ser um livro muito bom.
Algo que também não me agradou muito foi o facto de parecer que a história se passou num período de tempo muito curto, parecendo que num dia descobriam algo e no dia a seguir já estavam a fazer um plano de acção. Claro que não gosto de momentos mortos, mas achei que aconteceu tudo muito rápido.
Quanto às personagens, o Quatro sempre foi o meu preferido da trilogia e não me desiludiu neste livro. Por outro lado, eu nunca gostei muito da Tris. Se no primeiro até gostei dela, no segundo comecei a achá-la um pouco irritante e o mesmo se sucedeu no Convergente.
Não sabia muito bem qual a classificação que devia dar a este livro, porque apesar de ter adorado toda a parte inicial da explicação das facções e da sociedade, a verdade é que a parte da acção desta vez não me deixou colada ao livro e aquele final foi um pouco parvo, na minha opinião.
Se alguém está na mesma situação em que eu estava, de já saber o que acontece no final, e por essa razão não querer ler o livro, o meu conselho é que o leiam mesmo assim porque é um livro essencial para a trilogia, especialmente porque nos dois primeiros as nossas perguntas e dúvidas sobre o porquê das facções e sobre todo aquele mundo nunca são respondidas, algo que acontece neste livro.
Concluindo, acabei por dar 4,5 luas porque apesar de ter tido alguns problemas com ele e de ter demorado tanto tempo a lê-lo, não deixa de ser um livro muito bom.
4.5
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