8.11.14

Opinião: The Infinite Sea

Como sabem o The 5th Wave, o primeiro livro da trilogia de Rick Yancey, tinha sido um dos meus livros preferidos o ano passado, logo as minhas expectativas para esta sequela eram bastante elevadas. Posto isto, posso dizer que este segundo livro não desiludiu e me fez gostar ainda mais desta trilogia.

Autor(a): Rick Yancey
Editora: Penguin Books Ltd
Formato: Paperback

Seguindo os acontecimentos umas semanas após o final do primeiro livro, iniciamos a leitura com a perspectiva de uma personagem que não teve direito a tanto destaque no livro anterior, a Ringer. Já tendo lido o primeiro livro há um ano, já não me lembrava desta personagem e no inicio não simpatizei muito com ela.

Indo ao encontro do que aconteceu no primeiro livro, neste vamos seguindo a história através da perspectiva de várias personagens, e como não podia deixar de ser, pela perspectiva da Cassie, uma das protagonistas da história e a minha personagem preferida desta trilogia.

Embora muitas opiniões a este segundo livro, quando em comparação ao primeiro, o tenham considerado um livro muito mais lento e com menos acção, e apesar de concordar que no primeiro as cenas de acção eram mais predominantes, penso que um livro mais lento e com mais explicações sobre este mundo era muito importante para esta trilogia, especialmente por termos recebido tão poucas respostas no The 5th Wave.

Apesar disso, não acho, de todo, um livro parado e acção é o que não lhe falta. No entanto, algo comum a todas as opiniões e com o qual tenho de concordar é o facto de também ter achado o livro pequeno demais e de achar que se o autor nos desse mais alguns capítulos não seria o fim do mundo.

Gostei do ritmo do livro e adorei conhecer as novas personagens, especialmente o Razor, e de conhecer melhor aquelas que já tinham sido referidas no primeiro livro e às quais não dei muita atenção. Penso que a introdução de novas perspectivas de personagens que não nos eram tão familiares foi muito inteligente e o autor fez um óptimo trabalho a dar vozes diferentes a diferentes personagens, algo que nem sempre é bem feito nos livros com vários POV's.

Porém, o facto de existir mais pontos de vista diferentes, fez com que apenas uma ou duas partes do livro fossem narradas pela Cassie, o que não gostei tanto muito porque eu adoro ler da sua perspectiva. Mesmo assim, acho que o autor fez um bom trabalho a equilibrar as partes e a controlar as diferentes perspectivas das personagens.

Adorei conhecer a Ringer e, se no inicio não gostava lá muito dela, achei a construção da personagem tão bem executada que no final passei a adorá-la. Na minha opinião, o desenvolvimento desta personagem foi uma mais valia para esta série e mal posso esperar por saber o que lhe acontece.

Sendo este um livro de respostas, o autor conseguiu explicar de forma clara tudo aquilo que tinha de ser explicado e é bom ter finalmente algumas respostas para as perguntas que ficaram por responder no primeiro livro.

Este segundo livro elevou ainda mais as minhas expectativas para o final desta trilogia e gosto muito do rumo que a série está a tomar. Tenho pena que já só falte um livro para me despedir destas personagens mas, pelo menos, apesar de ainda não sabermos se será uma adaptação fiel ao livro ou não, sempre temos os filmes que estão a ser adaptados neste momento e para os quais tenho muitas expectativas, especialmente porque gosto muito de alguns actores escolhidos.

Para quem leu o primeiro livro, este não vai desiludir se já partirem com a mentalidade de que não existe tanta acção e de que há muita informação que nos é revelada de uma só vez. Mesmo assim é um livro viciante e só não o li mais rápido porque a faculdade me tem tirado a maior parte do meu tempo.

Este livro já foi publicado em Portugal pela Editorial Presença com o título "O Mar Infinito".

2.11.14

Leituras do Mês: Outubro

O mês de Outubro foi o pior mês literário que tive este ano. Com o regresso à universidade e com o começo dos projectos e das frequências, não consegui encontrar nem tempo nem paciência para me dedicar à leitura nem ao blog. Mesmo assim, apesar de só ter lido dois livros este mês, gostei muito dos dois e o último conseguiu tirar-me do reading slump que já andava a pairar desde o final de Agosto. Comecei por ler o Slammed de Colleen Hoover, a minha estreia com a autora e o começo de uma trilogia que quero terminar. Por fim, li um livro que já desejava há muito tempo, o The Infinite Sea de Rick Yancey, a continuação do The 5th Wave, que gostei tanto como o primeiro.


  1. Slammed - Colleen Hoover (02/10 - 13/10)  ☽ ☽ ☽ .5
  2. The Infinite Sea - Rick Yancey (18/10 - 31/10)  ☽ ☽ ☽ 
Apesar de Novembro ser um mês muito pior em termos de trabalhos e testes, espero conseguir ler um bocadinho mais, especialmente porque finalmente tenho vontade de ler qualquer coisa e de actualizar aqui este cantinho.

18.10.14

Opinião: Slammed

Já há muito tempo que ouço falar bem desta autora e já há muito tempo que queria ler alguns dos seus livros. No mês de Setembro deu-me uma coisinha e decidi comprar não um, mas dois livros da autora para finalmente ver se era assim tão boa como todos dizem. A minha ideia era começar a ler o Maybe Someday mas, quando esse e o Slammed chegaram cá a casa ao mesmo tempo, fiquei com imensa vontade de ler este segundo e decidi ler os livros da autora pela ordem de lançamento.


Título: Slammed
Autor(a): Colleen Hoover
Editora: Simon & Schuster UK
Formato: Paperback

Lembro que a primeira vez que ouvi falar deste livro foi há uns 2 anos, mais ou menos. Lembro-me que me passou completamente ao lado e, apesar de começar a aparecer nas tbr's de todos no goodreads, quando li a sinopse não me interessou nem um bocadinho. Para vos dizer a verdade, nunca gostei de livros ou histórias em que a aluna se apaixona pelo professor, que é aquilo que podemos retirar à partida da sinopse deste livro. Sempre achei esse tipo de história muito creepy e nunca percebi a obsessão de muitos sobre o tema.

A verdade é que mesmo com esta premissa, de há uns tempos para cá, quando a autora começou a ser mais falada no booktube, fiquei com uma vontade enorme de pegar neste livro e ultrapassar as ideias impostas que tinha à partida. A verdade é que é um romance aluna-professor, mas na realidade não o é, uma vez que o rapaz tem 21 e ela 18 e não é de todo creepy nem imoral.

Mas começando esta opinião, este livro segue a história de Layken que se vê obrigada a mudar para o outro lado do país com a morte repentina do pai. Na nova casa conhece o seu vizinho, Will Cooper, pelo qual se sente imediatamente atraída e os dois gostam logo imediatamente um do outro. Tudo parece correr bem, até Layken descobrir que o seu professor de poesia é o rapaz porque quem está apaixonada.

A primeira coisa que tenho a dizer é que este é um caso de insta-love, como podemos logo reparar pela sinopse. Eu não sou grande fã de insta-love porque sinto que perdemos sempre o desenvolvimento da relação, mas neste caso, apesar de sentir que tudo foi muito apressado, não me importei tanto assim. A Layken e o Will têm uma química muito boa e só acho que o facto da sua relação ter sido tão apressada no inicio, não me permitiu estabelecer uma grande proximidade com os dois, sendo mais um casal querido sobre qual vamos lendo e não daqueles em que o leitor vai sofrendo o que eles sofrem e ficando feliz quando eles ficam juntos (e não sei quanto a vocês, mas o meu lado masoquista adora livros que me façam sofrer).

Gostei de como a autora desenvolveu a história, havendo uma série de reviravoltas que não estava à espera. Eu achei que seria um livro muito baseado na tal relação aluna-professor, o meu receio no inicio, mas Colleen Hoover conseguiu sair do cliché e o livro acaba por ser muito mais que isso, não indo para situações desconfortáveis para o leitor, mesmo para quem se sente um pouco desconfortável a ler livros com esta temática, como eu.


Este é o primeiro livro New Adult que não contém cenas de sexo nem nada parecido. Por ser um livro que aborda temas pesados, que não quero referir porque faz parte das reviravoltas, e pelas personagens já serem maiores de idade, é de facto um New Adult e recomendo para quem quer ler este género literário, mas não se sente à vontade com cenas de cariz sexual.

Houve algumas cenas em que achei que a reacção das personagens não foi ao encontro do que uma pessoa normal faria e isso fez com que o livro não tivesse aquela realidade que tanto gosto. Apesar de nos apercebermos dos sentimentos das personagens, achei que todos lidaram de uma forma muito positiva a um tema bastante pesado. Claro que também não queria ler um livro triste só com os lamentos da protagonista, mas achei que a mensagem de força que a autora queria transmitir poderia ter sido feita de uma forma menos óbvia, por assim dizer.

Acho sempre piada a livros que nos ensinam e nos mostram coisas diferentes e pode dizer-se que este foi um deles. Uma parte essencial deste livro é a slam poetry que nem eu consigo explicar muito bem o que é, mas fiquei curiosa para conhecer mais sobre este assunto. Os poemas são realmente bonitos e adorei o último poema do Will.

Gostei muito das personagens secundárias e de como a autora não as utilizou simplesmente para enfeitar, dando-lhes uma história e uma conclusão à mesma. Achei, no entanto, que a amizade da Eddie e da Layken surgiu muito de repente e muito por acaso, mas consigo perceber que duas pessoas fiquei logo melhores amigas porque também já me aconteceu.

Gostei mesmo muito do tipo de escrita da autora e fiquei com imensa vontade de ler o segundo livro Point of Retreat. Apesar de ter tido alguns problemas com este livro, talvez pelas minhas expectativas tão elevadas no inicio, tenho a certeza que vou gostar imenso de outros livros da autora.

Acabei por dar 4.5 luas e recomendo a muito a quem gosta deste tipo de livros ou a quem quiser experimentar este género mas não se sente confortável a ler cenas mais explicitas.

4.5

10.10.14

TAG: Taylor Swift Book Tag


Vi esta tag no blog da Daniela (Danii Reads) e como gostei muito, decidi fazê-la aqui no blog. Não sou propriamente fã da Taylor Swift mas gosto de alguns músicas e achei as perguntas desta tag bastante engraçadas.

1. We are never getting back together - escolhe um livro ou saga que tinhas a certeza que amavas mas agora não queres ter nada a ver com ele.
Esta foi um pouco difícil porque normalmente, se gostei de um livro numa altura da minha vida, ganho sempre um carinho especial por ele, independentemente de saber que se calhar agora já não ia gostar tanto como gostei na altura. Mesmo assim escolhi a saga Hush Hush de Becca Fitzpatrick que, apesar de ter lido o último livro recentemente e de lhe ter dado 5 luas, sinto que foram um pouco forçadas por também ter dado 5 a todos os outros livros. Não sei se teria paciência para voltar a ler a saga e provavelmente já não gostaria tanto dela.

2. Red - um livro com uma capa vermelha.

Na minha prateleira tenho vários livros vermelhos, mas escolho um que nunca falei aqui no blog, o Trocada de Amanda Hocking.

3. The Best Day - um livro que te faça sentir nostalgia.
Para esta não há outra resposta senão o Crepúsculo de Stephenie Meyer. Digam o que disserem, sempre será uma das minhas sagas preferidas e tenho imensas saudades de quando a li com as minhas amigas e de como eramos obcecadas pelos livros/filmes.

4. Love Story - um livro com um amor proibido.

É muito dificil escolher apenas um livro, porque o que não falta na minha prateleira são livros que contam a história de um amor proibido. Vou escolher o livro Delirium de Lauren Oliver que eu adorei e que conta a história entre Alex (um rebelde) e Lena (obviamente não uma rebelde). Sinto que este livro ficou um pouco prejudicado porque os dois últimos da trilogia fizeram com que muitos não quisessem sequer começar esta série. Na minha opinião, vale mesmo muito a pena ler o Delirium porque é uma história muito bonita e com um estilo de escrita espectacular. Até hoje é um dos meus livros preferidos e apetece-me relê-lo só de estar a escrever sobre ele.

5. I Knew You Were Trouble - um livro com uma personagem má mas que adora.
Eu gostava muito de gostar de personagens más, mas nunca consigo, não sei bem porquê. Honestamente, ao olhar para a minha prateleira não me lembro de nenhum por isso acho que não tenho nenhuma personagem má que adore.

6. Innocent - um livro que alguém arruinou o final.

De todas as vezes que me fizerem esta pergunta, a resposta vai ser sempre Convergente (Allegiant) de Veronica Roth.

7. Everything Has Changed - escolhe uma personagem que cresce bastante à medida que a história desenvolve.
Este são o meu tipo preferido de personagens e adoro vê-las crescer e a ser pessoas melhores. Para esta pergunta vou escolher a Cath do Fangirl de Rainbow Rowell. Ao longo do livro vemos que ela vai se mostrando um pouco mais e vai perdendo o medo de dizer o que pensa e de mostrar que tem uma opinião.

8. You Belong With Me - um livro que mal podes esperar por ver nas livrarias

Esta é óbvia e não me vou alongar muito porque já estão todos fartos de me ouvir, mas é o The Last Time We Say Goodbye de Cynthia Hand.

9. Forever and Always - escolhe o teu casal literário preferido.

Tucker e Clara da série Unearthly de Cynthia Hand. (what else?)

10. Come Here, Be Here - um livro que não emprestarias por teres medo de o perder.

TODOS! Para mim todos os livros representam alguma coisa e se eu conseguisse dizer que não às pessoas, provavelmente nunca emprestaria nenhum livro.

11. Teardrops On My Guitar - um livro que te fez chorar bastante.

The Bronze Horseman de Paullina Simons porque eu quase que me afoguei nas minhas próprias lágrimas a ler aquele livro e até hoje ainda não estou mentalmente preparada para ler o segundo, Tatiana e Alexander.

12. Shake it Off - um livro que gostes muitos que não importa o que os outros acham.

Há vários, mas vou escolher o Foreplay de Sophie Jordan. Na comunidade literária, se dissesse que adorei este livro, muitos concordava comigo, mas sinto que se falasse dele com pessoas que conheço fora desta comunidade, seria um pouco gozada.

8.10.14

Ver Menos, Ler Mais - Introdução

Não sei se é algo que também vos acontece mas, sempre que me vou deitar, cada vez mais, pego sempre no iPad e fico a ver vídeos durante imenso tempo. Quando me canso de os ver reparo que, ou já é tarde demais para começar a ler, ou já não tenho cabeça.
Agora com a faculdade, antes de dormir é a única altura que tenho para ler mais um pouco e ultimamente não o tenho feito porque pego sempre no iPad primeiro.


Posto isto, tive esta ideia de fazer uma espécie de "maratona literária" que não é bem maratona. O objectivo é incentivar-me a pegar sempre no meu livro e lê-lo antes de me deitar, tal como fazia antes de ter comprado um tablet.

Esta é uma maratona pessoal e muito informal, o que não impede ninguém de participar se quiserem, e pretendo ir fazendo posts a dizer quantas páginas li no dia, se não li nada, se acabei um livro ou que livros estou a ler no momento, por exemplo.

Tenho alguns objectivos e algumas regras:

  • Posso não ler durante o fim-de-semana (11-12) porque vou estar a estudar durante o dia todo;
  • Quero terminar o livro que estou a ler e começar outro;
  • Ler, pelo menos, 50 páginas por dia;


Como já disse, esta não é uma "maratona literária" formal, por isso não vou fazer nada para além do que já referi.

Esta "maratona" tem a duração de uma semana e estou muito ansiosa para ver o que vai acontecer e se vou conseguir voltar a ganhar o hábito de pegar no livro e ler todos os dias antes de me deitar.

5.10.14

Opinião: Pivot Point

Título: Pivot Point
Autor(a): Kasie West
Editora: Harper Teen
Formato: Paperback

Já queria ler este livro desde Abril de 2013, mas nunca me chamou muito à atenção até ler o On The Fence da mesma autora e de ficar curiosa por ler mais obras da mesma. Com o lançamento relativamente recente do segundo livro desta duologia, Split Second, lembrei-me que este livro existia e decidi dar-lhe uma oportunidade.

Em Pivot Point seguimos a história de Addie, uma rapariga com uma capacidade muito especial: quando confrontada com uma escolha, tem a capacidade de ver o futuro e optar pelo melhor caminho.

Addie vive numa comunidade secreta em que todos os habitantes têm poderes mentais tal como ela. Enquanto uns conseguem mover objectos com a mente, outros conseguem detectar mentiras ou persuadir alguém a fazerem o que querem. Quando os seus pais se divorciam, Addie vê-se perante uma escolha muito difícil: ficar com a mãe nesta "cidade" secreta ou ir com o pai e viver entre os Norms, as pessoas consideradas normais, sem qualquer poder, mantendo esta sua vida em segredo para sempre.

Confrontada com esta escolha, Addie decide utilizar o seu poder e ver os dois futuros possíveis, quer escolhesse ficar com a mãe ou ir com o pai, sendo esta a história que vamos acompanhando ao longo do livro. Por entre capítulos alternados, uns no mundo Norm, para onde vai viver com o pai, e outros no mundo Para, onde fica com a mãe, a autora consegue criar uma história bastante engrançada que nos deixa a pensar qual o caminho que escolheríamos e qual é Addie vai escolher.

Este é um livro tipicamente YA Contemporâneo com alguns particularidades paranormais. Tem também um pouco de mistério e alguns plot twists que nos conseguem surpreender verdadeiramente.

Achei muito inteligente por parte da autora a forma como conseguiu ligar os dois "futuros", como por exemplo, num dos futuros a Addie vai ao cinema com amigos e no outro vê um filme em casa com amigos. Achei esta particularidade muito engraçada e dei por mim a ver o que correspondia a quê. 

Gostei muito da Addie e consegui identificar-me bastante com ela. Adorei a amizade dela com a Layla e penso que a autora fez um bom trabalho na construção das personagens. Apeguei-me imediatamente à maior parte das personagens, principalmente ao Trevor (*.*).


Não vou falar muito do casal principal porque tenho medo de dizer algum spoiler mas tenho a dizer que adorei a relação deles e PRECISO do próximo livro urgentemente! Penso que a relação se desenvolveu a um bom ritmo e só tive pena de não ter visto mais cenas entre eles.

De inicio tinha medo que o livro se tornasse um pouco confuso, mas a autora fez um trabalho óptimo a explicar tudo de forma simples e clara para que conseguíssemos acompanhar plenamente a história.

Fiquei com muita vontade de saber mais sobre a cidade onde Addie vive e sobre toda a tecnologia nova inventada, mas infelizmente a autora optou por se focar mais nas personagens e no mistério. Apesar de achar que a autora poderia ter explorado melhor essa parte, compreendo o porquê de não o ter feito, visto não ser esse o propósito do livro.

No geral, é um bom livro e merece 4.5 luas. Tenho pena de não ter adorado como achava que iria, mas não deixa de ser um livro muito bom e estou ansiosa para o próximo! Sei que esta opinião ficou muito pequena, mas não há grande coisa a dizer sobre o livro que não seja spoiler e prefiro não arriscar.

Acho que o melhor é ler este livro sem saber quase nada, que foi o meu caso, pois tem muita piada acompanhar todas as reviravoltas sem percebermos muito bem o que se passa ou como é que a história vai terminar.

4.5

2.10.14

Leituras do Mês: Setembro

Se Agosto foi um mês literário óptimo, já o mesmo não se pode dizer de Setembro. Com o recomeço da faculdade, a vontade para ler tornou-se pouca, assim como o tempo para o fazer. Comecei o mês a ler o One More Chance, o segundo livro da duologia de Abbi Glines, e um dos livros que estavam na minha TBR para Setembro. De seguida li Shadow and Bone de Leigh Bardugo que, apesar de ter gostado, não foi de encontro às minhas expectativas. Comecei dois livros mas não consegui acabar nenhum, acabando por pegar num livro que estava há séculos na minha prateleira, o Will Grayson, Will Grayson de John Green e David Levithan. Por fim, comecei a ler o Pivot Point de Kasie West que, apesar de o ter terminado nos primeiros dias de Outubro, li a maior parte em Setembro.



  1. One More Chance - Abbi Glines (02/09 - 03/09)  ☽ ☽ ☽ 
  2. Shadow and Bone - Leigh Bardugo (05/09 - 10/09)  ☽ ☽ ☽ 
  3. Will Grayson, Will Grayson - John Green & David Levithan (18/09 - 20/09)  ☽ ☽ ☽ 
  4. Pivot Point - Kasie West (21/09 - 02/10)  ☽ ☽ ☽ .5
Acabei por ler apenas dois livros da minha TBR e acho que o melhor é mesmo não fazer planos porque acaba sempre por parecer obrigatório ler todos os livros que disse que ia ler.