12.5.15

TAG: Doces, Livros & Docinhos

Esta tag foi-me passada e foi criada pela Mistery do The Mistery's Garden. Gostei muito desta tag que combina doces com livros, duas das minhas coisas preferidas nesta vida.


Chocolate
Um livro tão, mas tão bom que preferiste avançar calmamente na sua leitura só para aproveitar cada página


The Deal de Elle Kennedy. Este foi o livro que li mais recentemente que me lembro que não queria que acabasse. Adoro este livro!

Cupcake
Um livro cuja parte inicial consideras ser a melhor


Killing Sarai de J. A. Redmerski. Não consigo arranjar um exemplo melhor para esta pergunta. A primeira parte do livro foi tão boa que se tivesse acabado por ali tinha dado 4 luas. Mas como a segunda parte me desiludiu tanto, acabou por só levar 2.

Bolo
Um livro que misturou vários géneros literários e se tornou numa combinação deliciosa


Esta foi um pouco difícil, mas decidi escolher o Alienated da Melissa Landers, porque gostei tanto da parte de ficção cientifica como do romance e acho que os dois têm uma importância igual na história.

Algodão Doce
Um livro tão doce que enjoa


Para mim é difícil enjoar-me com livro mais doces. Mas um que até eu achei lamechas demais foi o Withering Hope de Layla Higen.

Gomas
Um livro que toda a gente gosta & A tua leitura actual 


Para um livro que toda gente gosta tive de escolher o Maybe Someday da Colleen Hoover que é o livro preferido de muita gente. Neste momento estou a ler o Cruel Beauty de Rosamund Hodge, que ainda não consegui perceber se gosto ou não.

Gelado
Um livro suave, com uma narrativa suave e uma escrita suave. Uma leitura suave.


Apesar de abordar o tema do suicídio, achei o How to Fall in Love da Cecelia Ahern um livro suave que se lê num dia ou dois.

Macarons
Um livro que toda a gente já leu menos tu


The Raven Boys de Maggie Stiefvater. Tive de escolher este porque toda a gente e as suas mães já leram este livro que ainda não tenho bem a certeza se quero ler ou não.

Pipocas
Um livro que, na tua opinião, daria um excelente filme


Para esta pergunta escolhi o Angelfall de Susan Ee. Lembro de ler este livro e de pensar que adorava que fizessem um filme.

Twix, Lion e outras barras de chocolate
Um livro que trás muito pouco para o preço que pagaste


Para perguntas que envolvam o que paguei por algum livro contra o que achei sobre ele, a minha resposta vai ser sempre A Cidade dos Ossos de Cassandra Clare. Lembro-me que dei 19€ pela edição portuguesa deste livro e fiquei completamente desiludida com ele.

Cheesecake
Um livro frio


Quando li o Corações Gelados de Laurie Halse Anderson tive mesmo a sensação de ter frio, o que foi uma das coisas mais estranhas que já me aconteceu enquanto lia um livro.

Crepe
Um livro que precisava de "recheio" para se tornar bom ou ainda melhor


Com esta pergunta vou associar um livro que pela sinopse tinha imenso potencial e depois acabou por lhe faltar qualquer coisa. O primeiro livro que me veio à cabeça foi o Faking Perfect de Rebecca Phillips, um livro que li muito recentemente e que ainda não tem opinião aqui no blog, mas que senti que lhe faltou alguma coisa para eu gostar mais dele.

Maçãs Caramelizadas
Qual o livro mais romântico da tua estante?


Esta é difícil porque romance é comigo, mas tenho de escolher o The Bronze Horseman de Paullina Simons porque aquele livro mata-me só de pensar na história de amor entre a Tatiana e o Alexander.

EXTRAS - Doces Portugueses:

Ovos Moles de Aveiro
Um livro com uma capa neutra e sem vida, mas cujo interior seja bastante agradável


Para esta pergunta escolhi a minha edição de Slammed de Colleen Hoover, cuja capa é bastante simples, mas gostei muito do seu interior.

Pão-de-Ló
Um livro cuja desilusão foi tanta que até custou a engolir


O The Year I Met You de Cecelia Ahern foi a minha segunda experiência com a autora, cujo o primeiro livro que tinha lido tinha adorado, e foi uma desilusão tão grande pois achava que tinha encontrado uma nova autora preferida da qual gostava de todos os livros e não foi bem assim.

Pastel de Nata
Um livro pequeno, mas que te diz muito


Tenho de escolher a novela Maybe Not de Colleen Hoover porque ainda não percebi bem como é que numa novela a autora me fez sentir muito mais do que senti quando li o livro.

10.5.15

Opinião: The Mistake

Título: The Mistake
Autor(a): Elle Kennedy
Editora: Self Published
Formato: Ebook
Da Mesma Autora Li Também: The Deal

Eu adorei o The Deal e quando comecei este segundo livro desta série já sabia que ia adorar. Acho que agora é seguro dizer que esta é a minha série New Adult favorita de sempre.

Neste livro seguimos o Logan, um dos melhores amigos do Garrett, o protagonista do livro anterior, e a sua relação com a Grace.

Eu adorei a relação destes dois. Comecei logo por adorar a Grace pelo seu humor e pela sua awkwardness. O Logan no início irritou-me um pouco, especialmente por ter uma crush na namorada do melhor amigo e por só falar disso nos primeiros capítulos, mas quando conhece a Grace tudo muda.

No início foi inevitável comparar o The Mistake ao The Deal, o que fez com que não estivesse a aproveitar este livro ao máximo. Depois, tentei deixar as comparações um pouco de lado e comecei a gostar muito mais desta história. Não há grande coisa a dizer sobre este livro, para além de que gostei do desenvolvimento das personagens ao longo da narrativa. Na primeira parte estava um pouco reticente quanto ao Logan, mas a segunda parte do livro fez com que mudasse de opinião sobre a sua personagem.

É um pouco difícil explicar o porquê de gostar tanto destes livros porque acaba por ser uma junção de várias coisas: a forma como a autora cria os diálogos entre as personagens, sempre divertidos e super fofos, os pequenos momentos entre o casal protagonista, o facto de não existir quase drama nenhum, quando comparados a outros livros do género, e sobretudo porque esta autora tem a capacidade de criar química tão boa entre as personagens que faz com que tudo funcione e pareça real.

As cenas de sexo existem, o que é de esperar por ser um livro NA, mas não são tudo o que livro tem para oferecer e as existem são sempre de bom gosto e não duram capítulos inteiros (looking at you Jasinda Wilder), o que não nos faz querer revirar os olhos por acabarmos sempre a ler a mesma coisa que todos os outros livros.

Para além do romance, o que me faz gostar imenso desta série é a relação entre os rapazes que vivem na mesma casa. Para relembrar, o Garrett vive numa casa com mais 3 rapazes, todos eles jogadores de hóquei, e cada livro segue a história de cada um. As conversas que têm e até mesmo como cada uma das namoradas se dá com os amigos é algo que aprecio bastante nesta série. Adoro este bromance entre os 4 e há cenas que são de morrer a rir.

Esta é uma série divertida, que acaba por ter personagens com um passado menos bom, algo que já vai sendo habitual neste género, mas nada que torne o livro demasiado deprimente.

A Hannah e o Garrett também aparecem várias vezes, o que sempre deu para matar as saudades deste casal (Elle para quando um segundo livro destes meninos?!).

Concluindo, este foi mais um livro New Adult fofo que adorei e estou ansiosa para ler os outros livros desta série.

7.5.15

Opinião: Withering Hope

Autor(a): Layla Hagen
Editora: Self Published
Formato: Ebook

Assim que descobri o Withering Hope fiquei logo com vontade de o ler, uma vez que me fez lembrar um livro que já li há algum tempo mas que adoro, o On The Island.

Tal como esse livro, esta é também uma história de sobrevivência em que os dois protagonistas acabam por se apaixonar um pelo outro.

O inicio deste livro prendeu-me logo e estava a gostar bastante, mas algo a meio do livro fez com que o meu interesse se perdesse um pouco e acabei por ficar com algumas dúvidas quanto à execução desta obra.

Neste livro acompanhamos a história de Aimee e Tristan e a forma como conseguem sobreviver na floresta Amazónica depois do avião em que seguiam, Tristan como piloto, se ter despenhado. Aimee ia a caminho do Brasil, onde se iria encontrar com o seu noivo, Chris, no local onde se casariam dali a uma semana.

Só com esta premissa sabia que ia gostar deste livro porque adoro histórias de sobrevivência. No inicio estava a gostar bastante do ambiente do livro e do desenvolvimento das personagens. Mas algo a meio fez com que este meu entusiasmo se desvanecesse um pouco. Apesar de achar a relação entre o Tristan e a Aimee muito querida, também a achei um pouco lamechas demais. Se há alguém que goste de lamechices sou eu, mas este livro até para mim ultrapassou um pouco o limite. Mesmo assim, foi bastante agradável acompanhar a sua relação e como tiveram de lidar com os problemas um do outro.

Gostei das aventuras que a autora criou, mas tal como o romance, até estas foram demais. Basicamente, tudo o que podia ter corrido mal correu, e os protagonistas faziam sempre um dramazinho mais do que o necessário para depois se resolver tudo no capítulo a seguir. Percebo que os livros de sobrevivência têm de ter estes momentos, senão qual seria o objectivo de terem de sobreviver num meio desconhecido, mas tudo neste livro pareceu um pouco over the top.

Gostei da escrita da autora, mas senti sempre que, em vez de fazer parte da história, estava a vê-la de longe sem estar muito envolvida. Eu não sei porque me senti assim, nem sequer se isto faz sentido, mas senti que houve algo que faltou para me fazer entrar totalmente neste mundo. Isto não quer dizer que não me tenha assustado algumas vezes, especialmente numa parte muito pouco agradável que envolve muitas aranhas (ew).

Gostei muito do último capitulo, mas ainda estou um pouco reticente quanto ao epílogo. Apesar de perceber o que a autora quis fazer e de respeitar isso, não sei se gostei assim tanto.

Concluindo, esta foi uma leitura rápida e agradável, que me despertou a curiosidade para mais livros de sobrevivência. Aconselho para quem gostou do On The Island - se bem que nada bate esse livro - e especialmente para quem quer começar a ler New Adult, porque para além de uma história diferente das do género, as cenas mais adultas são muito soft e sem grandes pormenores.

3.5

4.5.15

Favoritos do Mês: Abril

Abril foi um mês muito ocupado pelas obrigações da faculdade, o que não deixou muito tempo para me dedicar a outra coisa para além das leituras, que acabam por ser sempre a minha prioridade. Foi um mês que pareceu não acabar e muito stressante, mas finalmente chegou ao fim!

LOVETAP! - Smallpools


Saiu finalmente o álbum dos Smallpools. Descobri esta banda em 2014 e o EP foi uma das minhas bandas sonoras do Verão desse ano. Este acabou por ser um álbum que gostei, mas muitas das músicas já conhecia e já me tinha viciado nelas antes. Mesmo assim, houve uma ou duas novas que gostei bastante. Entre as minhas preferidas estão a Street Fight, Dreaming, Killer Whales, Mason Jar, No Story Time, Over & Over, Dyin' to Live.

Kindred - Passion Pit


Já tinha tantas, mas tantas saudades de ouvir músicas novas dos Passion Pit. Se os Smallpools foram a banda sonora do Verão de 2014, os Passion Pit marcaram o Verão de 2013. Já nem me lembrava o quanto gostava deles até ouvir este álbum. Todas as músicas estão lindas e este é capaz de ser o meu álbum preferido deles. Eu gosto de todas as músicas deste álbum, mas entre as minhas preferidas estão: Lifted Up (1985), Until We Can't (Let's Go), My Brother Taught How To Swim, Looks Like Rain, Ten Feet Tall (II) e todas as outras porque daqui a bocado estou a escrever o nome de todas as músicas aqui.

Glitterbug - The Wombats


Quando o álbum anterior dos The Wombats saiu foi quando os descobri. Ouvi algumas músicas, mas entretanto nunca mais me tinha lembrado deles, até dar uma oportunidade a este álbum e O QUE EU TENHO ANDADO A PERDER?! Este é outro álbum que está perfeito! Gosto de todas as músicas e era mesmo o que eu precisava para me animar, especialmente porque o final deste mês foi um bocado mau. Num futuro muito próximo espera-me a discografia dos The Wombats porque eles são tudo o que eu quero ouvir neste momento. Algumas das minhas preferidas são a Give Me a Try, Sex and Question Marks, Curveballs, Emoticons, This is Not a Party, Pink LemonadeFlowerball e o resto do álbum todo.

Para além destes três álbuns, ouvi também os dois álbuns dos alt-J porque tive o mês inteiro a estudar e nada melhor do que estudar a ouvir alt-J. Ouvi no repeat também a música Geronimo dos Sheppard e a Happy dos C2C

Tatiana and Alexander - Paullina Simons

Porque já tinha adorado o primeiro e este não desiludiu.

Pois... Abril foi um mês tão ocupado que não vi nenhum episódio de nenhuma série. A verdade é que neste momento, sempre que tenho um tempinho livre,  aproveito para ler todos os livros que quero e as séries ficam um bocadinho para trás. Para Maio espero pelo menos pôr em dia os 30 e tal episódios de várias séries que tenho para ver.


Este foi o único filme que vi e tornou-se logo um favorito. Por incrível que pareça, apesar de ter visto quase todos os filmes da Disney em criança, não me lembro de ter visto a Mulan, pelo menos não o filme completo. Depois das novidades de que a Disney ia produzir um filme live action da Mulan, finalmente decidi ver e ADOREI! Tornou-se um dos meus filmes preferidos da Disney e todas as piadas estão spot-on. No entanto, tentei ver a sequela e simplesmente não consegui. Talvez um dia...

2.5.15

Opinião: Tatiana and Alexander

Autor(a): Paullina Simons
Editora: Harper Collins Publishers
Formato: Paperback
Da Mesma Autora Li Também: The Bronze Horseman

Esta opinião contém spoilers do primeiro livro, The Bronze Horseman.

Depois do final do primeiro livro, que se tornou num dos meus preferidos de sempre, era impensável não ler o segundo livro desta trilogia. Comprei-o o ano passado, mas ainda não lhe tinha dado uma oportunidade porque ainda estava a ganhar coragem para isso. Em Abril decidi que tinha de mesmo de ler o segundo livro porque fazia um ano de quando tinha lido o anterior e já estava a ser ridículo esperar tanto tempo para o ler.

Este livro começa logo após os acontecimentos do primeiro, incluindo também os flashbacks da vida do Alexander até ao ponto actual da história, o que nos permite descobrir um pouco mais sobre ele e perceber um pouco melhor o porquê de algumas das suas acções. No início os flashbacks não me estavam a agarrar totalmente. Tudo o que eu queria era que a autora continuasse com a história para poder ler mais sobre a relação entre a Tatiana e o Alexander. Eventualmente, percebi que estes flashbacks eram mais do que necessários para a história poder avançar de uma forma mais natural e para que tudo começasse a fazer sentido na cabeça do leitor, porque na verdade, no primeiro livro, não temos grandes respostas para alguns dos acontecimentos.

A primeira parte deste livro é essencialmente a história do Alexander. Como no The Bronze Horseman conhecemos a história da Tatiana, desde a sua infância ao momento actual, neste livro é a vez do Alexander. É difícil engolir e aceitar algumas das coisas pelas quais passou, especialmente tantas delas contra a sua vontade. Acabei por gostar muito de conhecer melhor o Alexander e toda a sua história de vida, especialmente alguns momentos que não fizeram tanto sentido no primeiro livro e que agora percebemos a razão.

Com o final do primeiro livro, já ia preparada para que os dois tivessem separados durante algum tempo e que depois se voltassem a reencontrar. O que não estava a contar foi o tempo que demorou para acontecer o reencontro. Se na altura até já estava a ficar um pouco farta de ter de esperar tanto, agora reconheço que esta antecipação de os ver juntos só ajudou a que o interesse no livro se mantivesse e para aumentar o poder emocional do livro. Mesmo com tanto tempo até à resolução do livro, só no início e mesmo antes de eles se encontrarem é que me senti frustrada por nunca mais acontecer o que queria. De resto, penso que a autora conseguiu entreter o leitor e não colocá-lo a questionar-se constantemente quando é que algo iria acontecer. Achei bastante inteligente por parte da autora o facto de ter colocado flashbacks de momentos entre os dois que nunca tínhamos lido, o que faz com que nunca nos esquecemos quanto gostamos deste casal e a razão pela qual estamos a desesperar a ler este livro.

Estes livros deixam-me sempre completamente exausta mas muito satisfeita no final. Não são todos os livros que ficam connosco durante dias inteiros e a única coisa que queremos falar é sobre eles. Tenho pena pelas pessoas cá em casa e especialmente na faculdade, porque tiveram de me ouvir a falar sobre este livro e mesmo não sabendo nada da história, sofriam comigo (é assim que vemos quem são os nossos verdadeiros amigos!).

No primeiro livro desta trilogia acompanhamos os eventos do começo da Segunda Guerra Mundial e neste segundo o declínio da mesma. Aprendi bastante com este livro, especialmente aquilo que aconteceu depois da guerra ter terminado. Não fazia a mínima ideia (também porque nunca me interessei assim tanto por isso) do que tinha acontecido pós-guerra e quando um livro me faz querer aprender mais sobre o assunto com o qual nem me importava antes, acho que cumpriu a sua missão.

Quando li este segundo livro, ainda com os acontecimentos do outro na minha cabeça, mas não totalmente, é que me apercebi as saudades que senti destas personagens. Durante um ano andei a evitar este livro porque tinha sofrido tanto no outro que tive de fazer uma pausa para ganhar coragem, mas assim que o comecei a ler, aquilo que sentia pelas personagens voltou e foi como não tivesse passado tempo nenhum. Adoro completamente a Tatiana. Tal como já tinha dito na minha opinião do primeiro livro, ela é uma das minhas personagens preferidas de sempre e este livro só veio confirmar isso. Adoro a teimosia dela, a força dela e a forma como cuida dos outros. É mesmo uma personagem bem construída que não me deixa nada indiferente. Quanto ao Alexander, eu adoro-o, mas há momentos que só me apetece bater-lhe. Ele é mesmo daquelas personagens que queremos proteger com todas as nossas forças, mas ele às vezes não deixa. Mesmo assim, este livro ajudou a percebê-lo melhor e a gostar ainda mais dele.

Quanto às personagens secundárias, gostei da Vikki, mas ela irritou-me um pouco. Embora perceba que ela só queria o melhor para a Tatiana, por vezes só queria que ela não dissesse nada e continuasse com a sua vida. De resto, fomos introduzidos a imensas personagens novas, uma que é tão má quanto o Dimitri e outra que voltou a aparecer e que eu adorei completamente. Falando um pouco desta última, e sem dizer quem é porque faz parte da emoção quando o percebemos, adorei que a autora tivesse incluído esta personagem neste segundo volume! Todos os momentos em que aparecia eram um dos meus preferidos e gostava que tivesse tido outro destino, mas compreendo qual era a intenção da autora.

Quanto ao final do livro, foi sofrido mas foi muito bom! A autora apresenta-nos também um epílogo, que na altura, apesar de ter adorado, senti que foi demasiado apressado e que não tinha tanta emoção quanto queria. Mais tarde apercebi-me que o terceiro livro desta trilogia conta em pormenor os anos que a autora saltou no epílogo, o que me deixou muito curiosa para o ler. Já li bastantes opiniões divergentes, umas que dizem que não vale a pena ler o terceiro livro e que só estraga a história e outras que afirmam que vale muito a pena, especialmente por ser tão emotivo como os outros livros. Eu fiquei curiosa para ler o The Summer Garden, especialmente porque achei que faltou qualquer coisa no epílogo, mas também um pouco nervosa. Mesmo assim, como já o tenho cá em casa, vou pegar nele eventualmente, mas só depois de ganhar a coragem para o fazer.

Porque eu sofri demasiado com este livro e de vez em quanto vejo os meus comentários e tenho de me rir!

Demorei o pouco mais do que queria a ler este livro porque o comecei quando estava em época de testes na faculdade (eu não sei porque é que faço isto, mas quando li o primeiro foi igual). Apesar de ser um livro com bastantes páginas, fico feliz por ter pegado nele e por tê-lo lido, finalmente!

Concluindo, apesar de o primeiro livro continuar a ser o meu livro preferido desta trilogia, este segundo não desaponta. Tem tantos elementos de guerra e romance como o primeiro, mas acaba por ser um pouco mais lento no início, o que não é necessariamente mau. Para quem leu o primeiro e não sabe se deve continuar, tudo o que posso dizer é que, apesar de ser um livro bastante longo, não há muito momentos parados e ficamos a saber imenso sobre a vida do Alexander.

30.4.15

Leituras do Mês: Abril

Em Abril, entre entregas de projectos e frequências, o tempo para ler foi pouco, mas mesmo assim consegui ler 5 livros, dois deles livros com mais de 400 páginas. Comecei o mês a terminar duas leituras que tinha começado no final de Março, Pushing the Limits de Katie McGarry e The Burning Sky de Sherry Thomas. De seguida li um livro que foi lançado este mês e que eu estava ansiosa para ler, o When I'm Gone de Abbi Glines, e aventurei-me no segundo volume da trilogia The Bronze Horseman de Paullina Simons, o Tatiana and Alexander. Demorei algum tempo a terminar este livro, por tê-lo começado a ler numa época cheia de testes, mas quando o acabei resolvi pegar num livro New Adult curtinho que já me estava a chamar à atenção há algum tempo, o Withering Hope de Layla Hagen.
De uma forma geral, Abril foi um bom mês literário, mas mal posso esperar para ficar livre de testes e projectos para me poder dedicar a todos os livros que quero ler.



  1. Pushing the Limits - Katie McGarry (30/03 - 03/04)   ☽ ☽ ☽ 
  2. The Burning Sky - Sherry Thomas (29/03 - 06/04)   ☽ ☽ .5
  3. When I'm Gone - Abbi Glines (07/04 - 11/04)   ☽ ☽ ☽ .5
  4. Tatiana and Alexander - Paullina Simons (12/04 - 24/04)   ☽ ☽ ☽ ☽
  5. Withering Hope - Layla Hagen (25/04 - 26/04)   ☽ ☽ .5

Os livros físicos deste mês

25.4.15

Opinião: When I'm Gone

Autor(a): Abbi Glines
Editora: Atria Books
Formato: Ebook

Como já sabem, esta série da Abbi Glines é um dos meus guilty pleasures. Se comecei a não gostar nada do primeiro, a partir daí a qualidade da escrita e da história tem crescido muito.

Nunca me passou pela cabeça dar mais que 4 luas a um livro da Abbi Glines, uma vez que há sempre qualquer coisa nos seus livros que não me cai bem, mas este conquistou-me e é o melhor até agora, na minha opinião.

Neste seguimos a história entre o Mase, o irmão da Harlow e da Nan que conhecemos nos livros anteriores, a Reese, uma rapariga com um passado ainda muito presente.

Existiram muitos pormenores neste livro que me fizeram gostar muito dele. Para começar, a protagonista era diferente. Não era simplesmente uma rapariga pobre pelo qual o homem rico se apaixonava (também era, mas não era só isso). A personagem da Reese teve mais camadas e pormenores que as outras protagonistas dos livros anteriores da autora, o que a fez distinguir das mesmas. Apesar de bastante inocente, gostei muito da Reese e de ver o desenvolvimento da sua personagem. Era algo que não esperava quando comecei a ler este décimo primeiro livro da série e que me surpreendeu e agradou bastante.

Também o protagonista desta história, o Mase, é diferente dos outros. Talvez por causa da Reece, é uma personagem mais paciente e menos possessiva, se bem que algumas das suas atitudes me irritaram um pouco, daí ter retirado meia lua da classificação final. Acontece-me sempre isto com esta autora, quando penso que vou classificar o livro de determinada forma, há sempre qualquer coisa que a personagem faz que estraga tudo.

A Abbi Glines é conhecida por basicamente escrever um monte de cenas eróticas e falhar um pouco na construção da relação (pelo menos é como eu a vejo), mas este livro foi a excepção à regra. Achei que teve a quantidade certa dos dois tipos de cenas e algumas delas foram bem queridas e de bom gosto.

Algo que adoro sempre nos livros desta saga é poder espreitar o que se vai passando com os protagonistas dos outros livros e é sempre engraçado saber o que lhes aconteceu depois do final dos seus livros.

No geral, achei que foi uma história bem construída e desenvolvida. Algumas das cenas neste livro foram das cenas mais queridas que já li, especialmente a cena do aniversário dela.

Para mim este é o melhor livro de todos os que já li da saga e estou curiosa para ler o segundo deste casal, se bem que pela sinopse não sei se irei gostar tanto assim.

4.5