23.4.16

Opinião: Their Fractured Light

Título: Their Fractured Light 
Autor(a): Amie Kaufman & Meagan Spooner
Editora: Disney-Hyperion
A year ago, Flynn Cormac and Jubilee Chase made the now infamous Avon Broadcast, calling on the galaxy to witness for their planet, and protect them from destruction. Some say Flynn’s a madman, others whisper about conspiracies. Nobody knows the truth. A year before that, Tarver Merendsen and Lilac LaRoux were rescued from a terrible shipwreck—now, they live a public life in front of the cameras, and a secret life away from the world’s gaze.

Now, in the center of the universe on the planet of Corinth, all four are about to collide with two new players, who will bring the fight against LaRoux Industries to a head. Gideon Marchant is an eighteen-year-old computer hacker—a whiz kid and an urban warrior. He’ll climb, abseil and worm his way past the best security measures to pull off onsite hacks that others don’t dare touch.

Sofia Quinn has a killer smile, and by the time you’re done noticing it, she’s got you offering up your wallet, your car, and anything else she desires. She holds LaRoux Industries responsible for the mysterious death of her father and is out for revenge at any cost.

When a LaRoux Industries security breach interrupts Gideon and Sofia’s separate attempts to infiltrate their headquarters, they’re forced to work together to escape. Each of them has their own reason for wanting to take down LaRoux Industries, and neither trusts the other. But working together might be the best chance they have to expose the secrets LRI is so desperate to hide.
Desde que saiu a capa e a sinopse deste livro que mal podia esperar para que fosse lançado e que pudesse finalmente saber o final desta série. Por isso mesmo, fiquei triste quando não gostei assim tanto deste livro como previa.

Este livro está divido em duas partes: uma parte em que os protagonistas do livro se conhecem a forma como se aproximam um do outro, e outra em que as 3 histórias de todos os casais da série se juntam para a "batalha final".

Notei logo que não ia gostar tanto deste livro como dos anteriores assim que conheci as personagens. Não sei o que foi com este livro, mas não consegui achar a Sofia e o Gideon queridos nem sequer levá-los a sério como casal, Houve ali qualquer coisa que me impediu de gostar deles, tanto como casal como individualmente. Não que não tenha gostado das suas personagens, mas não senti aquilo que senti com as outras nos dois livros anteriores. Achei algumas cenas um pouco forçadas e um pouquinho de insta-love. Não consegui perceber muito bem o que era verdadeiramente os sentimentos das personagens ou só um esquema para conseguirem alguma coisa.

Outra coisa que nunca me tinha acontecido nos livros anteriores mas aconteceu várias vezes neste foi o facto de, sendo estes livro dividido em duas perspectivas diferentes, uma do rapaz e outra da rapariga, muitas vezes confundia as vozes e já nem sabia quem é que estava a narrar a história naquela parte. Acho estranho, até porque esta série é escrita por duas autoras e cada uma delas escreve a perspectiva de uma das personagens, mas dava por mim a já não me lembrar de quem é que estava a falar e acho que isso também afectou um pouco a forma como me aproximei (ou não) das personagens.

Sendo este o último livro da trilogia, e sendo cada livro lançado com um ano de intervalo, gostava que as autoras tivessem recapitulado um pouco o que aconteceu nos livros anteriores, especialmente para leitores com uma memória péssima como eu. Acho que o facto de já não me lembrar de nada também afectou a forma como me interessei pelo livro. Parecia que não estava a entender metade da história porque quando as personagens mencionavam momentos anteriores, sem alguma explicação do que tinha de facto acontecido, eu ficava perdida e o interesse em saber o que estava a acontecer na narrativa perdia-se um pouco.

Lembro-me de, ao terminar o segundo livro, ter achado que este terceiro podia ser um pouco mais como  a The Lunar Chronicles, quando a equipa se junta e todos têm um objectivo em comum, mas neste livro não senti nada essa vibe, infelizmente. Achei que as autoras quiseram tentar criar essa união de equipa, mas que não o conseguiram fazer, muito menos dedicando apenas metade de um livro para isso. Se tivessem feito 4 livros, 3 em que conhecíamos os casais e um 4º em que toda a acção era a aproximação dos 6 como uma equipa para enfrentar o bad guy, teriam sido espectacular. Assim, tudo o que senti foi que a primeira parte nos apresentou um casal mal desenvolvido e a segunda nos deu uma história sobre uma equipa que acabou por não parecer bem uma equipa.

O ritmo deste livro também foi muito mais lento do que estava à espera e isso juntamente com o não perceber muito do que estava a acontecer porque mal me conseguia lembrar dos acontecimentos dos livros anteriores, não fez desta leitura uma leitura muito fluída.

Mesmo assim, apesar de tudo o que disse anteriormente, não consigo dar menos que 4 estrelas a este livro porque não deixei de me divertir a lê-lo. Não sei se era por não ler um livro de fantasia há algum tempo, mas gostei de voltar a perder-me num mundo de fantasia e de os cenários e de todo o ambiente me ter vindo à cabeça sem esforço nenhum.

Concluindo, achei um final de trilogia razoável mas não foi espectacular. Gostei da moral do final mas os dois livros anteriores fizeram-me acreditar que a história seria muito mais do que aquilo que acabou por ser apresentada neste livro.

15.4.16

Opinião: The Sea of Tranquility

Título: The Sea of Tranquility
Autor(a): Katja Millay
Editora: Atria Books
I live in a world without magic or miracles. A place where there are no clairvoyants or shapeshifters, no angels or superhuman boys to save you. A place where people die and music disintegrates and things suck. I am pressed so hard against the earth by the weight of reality that some days I wonder how I am still able to lift my feet to walk.

Former piano prodigy Nastya Kashnikov wants two things: to get through high school without anyone learning about her past and to make the boy who took everything from her—her identity, her spirit, her will to live—pay.

Josh Bennett’s story is no secret: every person he loves has been taken from his life until, at seventeen years old, there is no one left. Now all he wants is be left alone and people allow it because when your name is synonymous with death, everyone tends to give you your space.

Everyone except Nastya, the mysterious new girl at school who starts showing up and won’t go away until she’s insinuated herself into every aspect of his life. But the more he gets to know her, the more of an enigma she becomes. As their relationship intensifies and the unanswered questions begin to pile up, he starts to wonder if he will ever learn the secrets she’s been hiding—or if he even wants to.

The Sea of Tranquility is a rich, intense, and brilliantly imagined story about a lonely boy, an emotionally fragile girl, and the miracle of second chances.
Este é um daqueles livros que por mais anos que passem, continua a ser cada vez mais falado. Depois de ter entrado para os favoritos de 2015 de muitas bloggers que sigo decidi dar-lhe uma oportunidade.

Sinceramente, não sei o que dizer em relação a este livro. É um livro que me agarrou desde inicio mas levei o meu tempo a entender as personagens. Não se pode dizer que seja um livro igual a todos os outros porque é algo completamente diferente de tudo o que já li. É bastante pesado mas não aquele pesado que se torna difícil de ler.

Acho que tentar explicar este livro tira-lhe metade da piada por isso nem vou tentar. Só sei que é um daqueles livros que quando começamos pensamos "yup, vou definitivamente dar-lhe 4 estrelas" mas a cada capítulo somos cada vez mais agarrados pela história e damos por nós a passar uma tarde inteira no sofá, agarrados ao livro e a querer abraçar as personagens com todas as nossas forças.

A única coisa que talvez me incomodou um pouco no início, se calhar por já não estar habituada, foi o quão angsty este livro pareceu por vezes. Não sei explicar isto de outra forma, mas já não lia um livro sobre personagens tão revoltadas com a vida há algum tempo e sinceramente já me tinha esquecido o que era ler sobre personagens assim. Contundo, se isso me incomodou ao início, acho que foi o que deu tanta emoção a este livro no final. É o caso em que as personagens são todas umas revoltadas da vida mas que faz sentido o serem.

Sei que esta opinião acabou por não ser tanto uma opinião mas mais um desabafo, mas o meu conselho é começarem este livro sem saber nada. Foi o que fiz e vale muito a pena. Dêem-lhe uma oportunidade porque acho que é impossível não gostar minimamente neste livro.

E aquela última frase... Vale a pena ler o livro só por isso.

Mais um novo favorito deste ano. Muito bom!

3.4.16

Opinião: Undecided

Título: Undecided
Autor(a): Julianna Keyes
Editora: Self-published
Formato: E-arc através do NetGalley
Data de publicação: 4 de Abril de 2016

English Review after the jump
Nora Kincaid has one goal for her second year of college: be invisible. Last year’s all-party-no-study strategy resulted in three failed classes and two criminal charges, and if she messes up again she’ll lose her scholarship. But there’s one problem with her plan for invisibility, and his name is Crosbie Lucas: infamous party king, general hellraiser…and her new roommate’s best friend.

Crosbie’s reckless reputation and well-known sexcapades aren’t part of Nora’s studious new strategy, but as she’s quickly learning, her new plan is also really boring. When Crosbie’s unexpected gestures of friendship pull her head out of her books long enough to see past his cocky veneer, she’s surprised to find a flawed and funny guy beneath it all. The muscles don’t hurt, either.

But as Nora starts to fall for Crosbie, the weight of one of last year’s bad decisions grows even heavier. Because three failing grades and two misdemeanors are nothing compared to the one big secret she’s hiding…
Estou tão feliz por ter descoberto este livro! Nem sei muito bem como falar dele porque se tornou num dos meus livros new adult preferidos de sempre. Está no topo com o The Deal de Elle Kennedy e quando digo isto, estou a dizer muito.

Este livro é consegue ser sexy, divertido, querido e emocionante tudo ao mesmo tempo. É uma história um pouco diferente do que vemos nos livros new adult hoje em dia e acho que foi isso que chamou a minha atenção em primeiro lugar. Apesar de parecer pela capa e até pelo título, não há um triângulo amoroso, mas sim um romance super fofo e um dos melhores casais de sempre.

Adorei tanto a Nora como o Crosbie. São protagonistas fantásticos e que provam que para um livro new adult ser emocionante, os protagonistas não precisam de ter um passado obscuro e de terem sofrido imenso na vida. São personagens que pareceram reais e os diálogos neste livro só ajudaram para essa realidade.

O Crosbie é o rapaz mais fofo de sempre. Ele é tão fofo *.* A sério, não consigo arranjar outra palavra. Ele e a Nora são a coisa mais querida de sempre e a relação dos dois é perfeita. Consegue ser divertida ao mesmo tempo que sentimos que eles gostam mesmo um do outro. É uma das relações mais maturas que li num new adult.

As cenas de sexo são também as mais realista que li nos últimos tempos e adorei isso. O Crosbie é super respeitador e há aquela parte awkward que só trouxe mais credibilidade ao livro, mas que tornou tudo melhor. As cenas são tão delicadas que mesmo para quem não é fã de cenas de sexo, não se iria importar assim tanto com estas.

Para além do casal principal, também adorei as personagens secundárias, especialmente as relações de amizade, tanto entre o Crosbie e o Kellan como entre a Nora e a Marcela. Tudo o que eu quero neste momento é que a autora escreva a história de todas as personagens. Ou então só mais um livro sobre o Crosbie e a Nora, não vejo nenhum problema nisso.

A escrita da autora é maravilhosa! A sério, quero ler tudo o que ela escreveu e só tenho pena que este seja o seu único new adult e espero, não o último.

Tornou-se um dos meus livros preferidos e fica aqui a recomendação de um new adult muito bom. Se gostam de The Deal da Elle Kennedy, tenho a certeza que vão gostar deste livrinho.

2.4.16

Filmes do Mês: Março

Este mês consegui ver tantos filmes que decidi fazer um post exclusivamente para falar dos 12 filmes que vi em Março.

Em Março voltou de repente a vontade de ver filmes e sempre que tenho um tempinho, lá via um ou dois. Decidi ver filmes que já tinha há muito tempo na minha wacthlist e outros que simplesmente fui encontrando e me pareceram bem.


The Cutting Edge: Fire and Ice (2010): O que é que acontece quando acabam a vossa série preferida e têm saudades dos actores? Começam a ver todos os filmes em que eles aparecem claro. Foi por causa disso que descobri este filme que é um daqueles bem cheesy mas fofinho que adorei. 5 luas

Lore (2012): Adoro descobrir novos filmes indie e assim que vi o trailer do Lore fiquei super curiosa. Apesar de não ter sido o que esperava, foi um filme com uma mensagem muito forte e uma fotografia linda. 4 luas

Dogfight (1991): Um dos filmes que encontrei por acaso e que me deu logo vontade de ver pelo trailer. É um romance que se passa maioritariamente num dia e que me fez chorar uma ou duas vezes. 4 luas


Star Wars (1977): Vi pela primeira vez Star Wars e sinceramente não foi tudo o que achava que ia ser (por favor não me matem). Achei bastante aborrecido na primeira parte, pelo menos até o Han Solo aparecer. Adorei a Leia e o Darth Vader é mesmo daquelas personagens odiosas que nos dá vontade de saber a história toda dele. Vou continuar a ver os filmes, mas não fiquei muito entusiasmada com este primeiro. 3.5 luas

Ego (2013): Este é um filme sueco que encontrei por acaso e que adorei. É uma história de amor entre um rapaz que tem tudo até ficar cego e da rapariga que vai cuidar dele. Pareceu-me muito Me Before You mas muito menos triste e com várias diferenças. Gostei imenso! 5 luas

The Imposter (2012): Este documentário é provavelmente o melhor documentário que já vi. Investiga a história de um rapaz que se fez passar por outro que tinha desaparecido em criança. Adorei! Tem tudo o que posso pedir num documentário. 5 luas


Blackfish (2013): Já tinha ouvido falar deste documentário e do Sea World mas nunca tinha percebido totalmente a história. Isto, até ter visto este documentário e a sério, que crueldade. Nunca vou pôr os pés no Sea World. Nunca. 4 luas

The Pretty One (2014): Este era um filme que só pela sinopse nunca me apeteceria ver, mas como a minha irmã me falou dele e disse que era giro decidi dar uma oportunidade. E ainda bem que dei! Tornou-se um dos meus filmes preferidos, tanto pela mensagem, como pela fotografia, os actores e o romance. Lindo! 5 luas

Frequencies (2013): Este filme começou muito bem mas a meio já não sabia se era eu que era demasiado burra para perceber o que estava a acontecer ou se a história não foi mesmo bem contada. 3 luas


Good Dick (2008): Pelo trailer este filme pareceu-me interessante mas não sei, acabou por fazer menos sentido do que esperava. Achei o casal interessante e foi isso que me fez continuar a ver o filme. 3.5 luas

The Lion's Mouth Opens (2015): Este é um documentário sobre a actriz do filme Good Dick que decide fazer um teste genético para descobrir se sofre da Doença de Huntington, a mesma doença do pai. É um documentário muito triste e que me abriu os olhos para esta doença tão triste e ainda sem cura, infelizmente. 4 luas

Get a Job (2016): O último filme que vi em Março foi o típico caso de filme em que adoro os actores mas não gosto nada da história. Achei um filme um pouco mal conseguido e que não trouxe nada de novo. Pelo Miles Teller vale a pena though. 3 luas

Que filmes viram este mês? Se tiverem alguma recomendação, especialmente de filmes de romance ou documentários, deixem nos comentários!

31.3.16

Leituras do Mês: Março

Março já foi um mês bem melhor que Fevereiro. Foi um mês muito cansativo, é verdade, mas às vezes parece que quanto mais tenho para fazer, melhor me organizo e consigo fazer muito mais coisas.

Este mês consegui ler 6 livros e alguns deles até se tornaram novos favoritos.

  • Comecei o mês com o Magnolia de Kristi Cook, um livro que tinha começado em Fevereiro e que li porque não sabia o que ler e queria um contemporâneo fofo. Às vezes é mesmo melhor seguir o nosso instinto porque adorei este livro! Há já alguns meses que não lia um livro que me divertisse tanto.
  • No mesmo dia em que terminei o primeiro livro do mês, li também a pequena novela The Crown and the Arrow de Renée Ahdieh (ênfase no pequena porque só tem 9 páginas), que conta os momentos antes do primeiro livro na perspectiva do Khalid. Gostei muito e foi bom poder matar as saudades da escrita da autora, mas achei pequena demais. Não acrescenta muito à história mas para quem é fã desta série acho que vai gostar.
  • De seguida, li finalmente um livro que já andava a adiar há algum tempo, quase como à espera do momento em que estivesse pronta para ler um livro da autora. O The Score de Elle Kennedy é o terceiro livro de uma série que eu adoro e mais uma vez a autora conseguiu surpreender-me. Adorei e ficou tão favorito como os outros dois.
  • Este mês li também o The Sea of Tranquility de Katja Millay. Não quero dizer muito sobre ele porque sinto que o mistério em torno da história é o que faz este livro tão especial. Mesmo assim, quero fazer uma opinião a explicar um pouco melhor o porquê de ter gostado tanto deste livro.
  • O My Kind of Crazy de Robin Reul é um livro do NetGalley e fiquei muito feliz quando tive a oportunidade de o ler porque era um dos meus debuts mais esperados deste ano. Uma leitura muito rápida e fofa, que foi exactamente o que eu precisava depois do livro que li antes. Eu não consigo evitar compará-lo um pouco ao Eleanor & Park de Rainbow Rowell (se bem que não esperem um livro tão bem desenvolvido como esse) e acho mesmo que quem gosta desse livro, também pode vir a gostar deste.
  • Por fim, terminei um mês com o último livro da série Starbound, o Their Fractured Light de Amie Kaufman e Meagan Spooner. Apesar de ter sido um livro divertido, não o achei tão bem desenvolvido e estruturado como os anteriores e o casal também não me convenceu. Se tivesse sido um pouco mais pequeno, acho que não se perdia nada.
  1. Magnolia - Kristi Cook (28/02 - 05/03) ☽ ☽ ☽ ☽ ☽
  2. The Crown and the Arrow - Renée Ahdieh (05/03) ☽ ☽ ☽ ☽ 
  3. The Score - Elle Kennedy (05/03 - 10/03) ☽ ☽ ☽ ☽ ☽
  4. The Sea of Tranquility - Katja Millay (13/03 - 19/03) ☽ ☽ ☽ ☽ ☽
  5. My Kind of Crazy - Robin Reul (19/03 - 20/03) ☽ ☽ ☽ ☽
  6. Their Fractured Light - Amie Kaufman & Meagan Spooner (21/03 - 26/03) ☽ ☽ ☽ ☽

27.3.16

Opinião: My Kind of Crazy

Título: My Kind of Crazy
Autor(a): Robin Reul
Editora: Sourcebooks Fire
Formato: E-arc através do NetGalley
Data de publicação: 5 de Abril de 2016

English Review after the jump
Despite the best of intentions, seventeen-year old, wisecracking Hank Kirby can’t quite seem to catch a break. It’s not that he means to screw things up all the time, it just happens. A lot. Case in point: his attempt to ask out the girl he likes literally goes up in flames when he spells “Prom” in sparklers on her lawn…and nearly burns down her house.

As if that wasn’t bad enough, Peyton Breedlove, a brooding loner and budding pyromaniac, witnesses the whole thing. Much to Hank’s dismay, Peyton takes an interest in him—and his “work.” The two are thrust into an unusual friendship, but their boundaries are tested when Hank learns that Peyton is hiding some dark secrets, secrets that may change everything he thought he knew about Peyton.
Esta foi uma leitura muito rápida. Assim que peguei neste livro fiquei logo com vontade de saber mais sobre a personagem principal. O humor da escrita e a voz da personagem principal foram o que me agarram primeiramente ao livro, mas foi a curiosidade sobre a Peyton e a relação entre ela e o Hank que me fizeram devorar este livro.

Este é o típico livro divertido mas que aborda assuntos bastante sérios que nos deixam a sentir tristes pelas personagens.

As personagens fizeram-me um pouco lembrar da Eleanor e do Park, do livro Eleanor & Park de Rainbow Rowell por isso acho que as pessoas que gostaram desse livro também vão apreciar bastante esta história.

Eu divirto-me sempre a ler histórias do ponto de vista de um rapaz que é nerd e meio desajeitado e desta vez não foi excepção. O Hank é uma personagem principal bastante boa e que dá gosto acompanhar. A Peyton é uma rapariga estranha mas à medida que a história avança, também a minha simpatia por ela cresceu.

Porém, uma coisa que me incomodou um pouco neste livro foi o facto de ter achado que o romance avançou um pouco rápido demais. Ao início pensei que fosse porque tinha lido o livro em pouco tempo, mas acho mesmo que a relação entre a Peyton e o Hank se desenvolveu um pouquinho rápido demais do que eu preferia. Mesmo assim, eles fazem um casal super fofo e divertido!

Adorei este debut da autora e vou, de certeza, ler mais coisas dela.

Se procuram um livro contemporâneo rápido e divertido, com personagens bastante diferentes do que aquilo que normalmente encontramos, este é o livro ideal.


19.3.16

Opiniões: Magnolia & The Score

Título: Magnolia
Autor(a): Kristi Cook
Editora: Simon Pulse
In Magnolia Branch, Mississippi, the Cafferty and Marsden families are southern royalty. Neighbors since the Civil War, the families have shared vacations, holidays, backyard barbecues, and the overwhelming desire to unite their two clans by marriage. So when a baby boy and girl were born to the families at the same time, the perfect opportunity seemed to have finally arrived.

Jemma Cafferty and Ryder Marsden have no intention of giving in to their parents’ wishes. They’re only seventeen, for goodness’ sake, not to mention that one little problem: They hate each other! Jemma can’t stand Ryder’s nauseating golden-boy persona, and Ryder would like nothing better than to pretend stubborn Jemma doesn’t exist.

But when a violent storm ravages Magnolia Branch, it unearths Jemma’s and Ryder’s true feelings for each other as the two discover that the line between love and hate may be thin enough to risk crossing over.
O que gostei:
  • Da originalidade da autora em fazer uma história tipo Romeu e Julieta mas conseguir fugir ao cliché uma vez que, neste caso, o Ryder e a Jenna odeiam-se e são as suas famílias que querem que eles fiquem juntos.
  • Da forma como a autora nos apresentou as personagens e as suas vidas, especialmente no caso da Jenna. Senti que fiquei a conhecê-la bem e gostei bastante do facto de ser um contemporâneo que trouxe algo diferente, sem saber explicar muito bem o quê.
  • Adorei a escrita desde o primeiro capítulo. Gostava imenso de ler outras coisas da autora, especialmente outro livro contemporâneo.
  • Adorei tanto do Ryder como da Jenna. São personagens muito bem construídas e fiquei a entender a posição dos dois ao longo da história.
  • Toda a parte da tempestade e da forma como os dois tiveram de lidar com a situação foi sem dúvida a minha parte preferida do livro. Eu adoro histórias de sobrevivência e, apesar de não ter sido bem bem isso, senti aquela emoção de ler um livro e nunca conseguir prever o que vem a seguir.
  • Todo o ambiente do livro é maravilhoso e só fez aumentar o meu amor por esta história.
O que não gostei:
  • Que tivesse acabado tão cedo! Queria ter lido mais sobre a Jenna e o Ryder e saber tudo sobre a vida deles.
Recomendo imenso este livro se vos apetecer um livro contemporâneo que fuja um pouco do cliché. A escrita é óptima e as personagens são espectaculares. Muito bom! Tornou-se um novo favorito.

Título: The Score
Autor(a): Elle Kennedy
Editora: Self published
He knows how to score, on and off the ice

Allie Hayes is in crisis mode. With graduation looming, she still doesn’t have the first clue about what she's going to do after college. To make matters worse, she’s nursing a broken heart thanks to the end of her longtime relationship. Wild rebound sex is definitely not the solution to her problems, but gorgeous hockey star Dean Di-Laurentis is impossible to resist. Just once, though, because even if her future is uncertain, it sure as heck won’t include the king of one-night stands.

It’ll take more than flashy moves to win her over

Dean always gets what he wants. Girls, grades, girls, recognition, girls…he’s a ladies man, all right, and he’s yet to meet a woman who’s immune to his charms. Until Allie. For one night, the feisty blonde rocked his entire world—and now she wants to be friends? Nope. It’s not over until he says it’s over. Dean is in full-on pursuit, but when life-rocking changes strike, he starts to wonder if maybe it’s time to stop focusing on scoring…and shoot for love.
Li finalmente o terceiro livro da série Off Campus de Elle Kennedy, a minha série new adult preferida de sempre.

Foi óptimo poder voltar a ler uma história desta autora. Eu não sei como, mas a Elle Kennedy consegue criar um química enorme entre as personagens que talvez seja das melhores que já li desde sempre. Não falo só neste livro (ela consegue fazê-lo em todos os livros desta série), mas a química neste é qualquer coisa de espectacular.

Adorei a relação do Dean e da Allie, que é a típica amigos coloridos que acabam por se apaixonar. A Elle Kennedy não desiludiu e sinceramente duvido que alguma vez o faça. Adoro a forma como ela escreve os seus protagonistas, especialmente as personagens femininas. Também gostei muito da forma como a autora abordou o slut-shaming e como simplesmente escreve personagens femininas reais.

Nos livros desta autora não há imenso drama e é isso que mais aprecio. São livros divertidos mas que não deixam de ter alguma profundidade, sem cair no típico cliché de new adult em que parece que alguma coisa de terrível tem sempre de acontecer para tornar as personagens mais apelativas.

Outro livro que entrou para os favoritos do ano! Se ainda não começaram a ler esta série e gostam de livros new adult, a sério peguem neste livros e não se vão arrepender.